dezembro 17, 2012



"Hold on just a tick. Listen, I’m Jewish, so I’m perfectly capable of understanding that what he did was just…..well, there are no words for it. There is nothing in this world that can truly and fully express that what he did was wrong. But let’s not round it up to simply Jews that got killed. It was six million people that died in those camps, not just Jews. Did you know that homosexuals were sent there, too? Yeah, I’m sure you did. They had to wear special little symbols on their clothes. Do you know what it was? It was a pink triangle.
It was six million PEOPLE. 
But you let that roll over in your mind for a while and you are going to forever see this man as a monster, but that’s not what he was. He was someone who thought he was truly doing something right for his nation, no matter how shitty he was doing it. Believe me when I say that I don’t like him. I really don’t. My grandfather’s brothers died in those camps, and my grandfather escaped to Spain, then to Mexico. He was lucky.
This is not a monster holding hands with a little girl.
This is Adolf Hitler, a man, holding hands with a little girl. 
Yeah. It’s fucking scary. It really is. Do you know why?
It’s because you’re seeing that he wasn’t, in fact, a monster. You’re seeing in this picture that he was a man. He was a man, and that’s really the saddest part of it all."

dezembro 11, 2012

São quase duas da manha e continuo sem vontade de fechar o computador e tentar dormir.
Tenho medo.
Sei que vou demorar um par de horas a finalmente adormecer, e durante todo esse tempo estarei a pensar em coisas que não devo
Apetece-me ler um bom livro, um daqueles que me faz esquecer a realidade à minha volta. Pretendo encontra-lo amanha, é quase uma obrigação fazê-lo.
O problema em toda esta situação é a minha cabeça. Penso sempre demasiado nas coisas, e o que normalmente é simples, transformar-se num dos maiores problemas da humanidade.
Talvez a minha avó tenha razão e eu precise mesmo de ajuda. (not)
E ironicamente começou a tocar Frank Ocean. Obrigado pelo timing perfeito.
O que eu deveria fazer, se vivesse numa realidade alternativa, era viajar durante uns bons meses, ir a todos os lugares que sempre quis visitar (começando por NY) e voltar uma pessoa completamente diferente. 
Em primeiro lugar, ia deixar de me preocupar tanto com coisas estúpidas. Ia fazer uma selecção de coisas que valem a pena e pôr todo o resto fora da minha vida.
Para começar, faria boas acções: Não por causa das aparências, mas sim porque me faria sentir bem.
Ajudaria a minha consciência a ficar tranquila.
Depois, ia resolver assuntos pendentes. Provavelmente falaria com a minha mãe pela primeira vez em anos. E talvez a última, não sei.
Diria-lhe que a perdoo por tudo. Que sei perfeitamente que ela nunca teve obrigação de me amar e de zelar por mim, portanto não há motivo para lhe guardar rancor.
Pediria-lhe também desculpa por não a ter ajudado, por a ter esquecido por completo.
Um capítulo seria fechado aí, nesse mesmo instante. 
O passo seguinte seria visitar a sepultura do meu pai e pedir-lhe desculpa por ser uma pessoa horrível e por não ser suficientemente boa para ser chamada de sua filha.
Iria pedir desculpa por raramente rezar por ele. Por me esquecer, às vezes, do seu aniversário. 
Faria promessas que iria tentar cumprir e deixava-lhe as minhas flores favoritas para ele se lembrar de mim de vez em quando.
Depois, os meus avós. Aqui é mais complicado. 
Eu sou uma péssima neta. 
Raramente lhes agradeço por alguma coisa, e isolo-me. Esqueço-me que eles são o mais próximo de pais que alguma vez tive, e digo tantas coisas injustas. Tantas.
Sou uma pessoa zangada por natureza, e infelizmente só magoo os que me são mais chegados.
Iria...pedir desculpa por os ter feito sofrer tanto. Especialmente entre os meus 14 e 17 anos. 
Diria-lhes que os adoro e que não mereço nada do que eles fazem para me ver bem.
Que foi e é tudo um desperdício de tempo e dinheiro.

Quando tive anorexia, lembro-me que a minha avó chorava quase todos os dias.
O meu avó não sabia o que fazer, e raramente falava comigo. Era como se eu não estivesse ali mais.
Eu dizia-lhes todos os dias que os odiava e que eles não estavam a tentar a ajudar-me. Todos os dias.
Fechava-me no quarto durante horas. Deixei de me importar com todo o resto, completamente. 
Fiz tanta coisa estúpida, tanta. 
Nunca lhes irei pedir perdão por tudo isto. É inútil, eles não me vão conseguir perdoar.
Eu pelo menos não perdoaria.

Por último, desaparecia. De vez. Despedia-me das pessoas mais importantes, e pronto.
Não sei o passo seguinte, não é propriamente importante.
Apenas deixava tudo para trás e deixava de ser um fardo.

Mas infelizmente, a realidade é esta:
Nunca irei viajar, nunca irei falar com a minha mãe e nunca irei pedir desculpa.
Ficarei sempre agarrada ao passado e irei sempre ser assim, demasiado defeituosa para funcionar correctamente.

Portanto, não te culpo por não quereres saber de mim, por eu ser um nada na tua vida.
Já é hábito. E talvez seja melhor assim. Acabaria por desiludir-te e serias apenas mais uma pessoa a quem eu deveria um pedido de desculpas, que nunca chegaria a ser entregue.



Entretanto, já passa das duas. Great.
Boa noite.








dezembro 09, 2012


"This picture has such a funny story. After this man came home from the war, he was on his way home, so excited, when he grabbed this lady and kissed her. A random photographer saw it and snapped the picture. Everyone at the time was obsessed with this picture, and the man was greatly wanted by movies and newspapers, but they never found him…then he popped up on the news 60 years later. The reason he never revealed his true identity was because he was married, and he didn’t want his wife seeing the picture and getting mad at him for kissing another woman."
'I wonder what it’s like to have someone fall for you. And I mean really fall for you. Not just they want to get in your pants because they think you’re attractive. But be consumed with every little piece of you. The way you talk, the way you laugh, the way you just exist. To everyone in love: you don’t know how lucky you are'

dezembro 08, 2012

Have you ever noticed that humans have made it so difficult and complicated to “survive” in this world? It’s a vicious cycle. You go to school, and try really hard, so that you can get into a good college, and then you try really hard at college to get a good job, and then you try really hard at your job, so you can make money. And then your kids do the same thing. And everyone just keeps on doing this and no one even stops to think WHY they’re doing it any more. Everyone just does it because it’s what you’re supposed to do. And like, before, when the human race had just started, the goal was to just SURVIVE. People just lived. I mean, that’s what really matters, right? Survival. Because after you die, it doesn’t matter what college you went to.
Dylan, my 12 year old brother