Não tinham mais aulas nesse dia
Por motivos alheios tiveram um furo
Ela não sabia o que fazer
Passou a aula a sorrir para as mãos
Doía-lhe o peito de tanto ser molestado
Queria beija-lo
Queria passar a tarde com ele
A semana
A vida
Estava feliz mas tinha muito medo
Estava a apaixonar-se tremendamente por ele
Mas não sabia o que ele iria fazer
Se iria ignorá-la ou abraça-la
Rir-se dela
Fingir que nunca a vira
Tudo isto lhe passou peça cabeça durante os segundos que se seguiram
Ele estava encostado à porta
Olhava-a
Não sabia o que ia na cabecinha dela
Queria saber o que tanto ela divagava
Ela levantou a cabeça e viu-o
Ele sorriu
Ela sentiu o novamente o coração ofegante e sorriu
Levantou-se e guardou as coisas
Mexia no cabelo enquanto o fazia, e ele desocbriu o seu tique
O que a fazia massacrar os fios capilares sempre que se sentia nervosa
Sempre que tinha medo
Foi ao encontro dela e puxou-lhe o braço
Fez que ela o enfrentasse
-"Vais aceitar o meu convite ou não"?
Perguntou-lhe com a voz sensual, com o sorriso inocente nos lábios
O cabelo estava desalinhado
A camisola em forma de V engelhada
A pele dele macia
O perfume dele...Calvin Klein
Ela recompos-se antes de lhe responder
Sorriu e isso fez-lo sorrir também
Viu-o morder o lábio
"-Depende"
"-Depende de quê?"
"-Queres que eu aceite?"
"-Queres aceitar?"
-"Tens alguma razão para querer estar comigo?"
-"Preciso de ter?"
-"Não, mas é bom que tenhas"
Ele deu uma gargalhada e aproximou-se dela. VOltou a ve-la vacilar, mas desta vez nao deixou de o olhar nos olhos
-"Quero falar contigo"
-"Estás a falar agora"
Ele aproximou-se mais até sentir o sabor de morango sair da boca dela
-" Quero beijar-te"
Ela envolveu o pescoço dele
-"Podes beijar-me agora"
Ele deixou a sua mão pousar sobre uma das faces
Curvou-se para ela
Beijou-lhe a testa primeiro
Deslizou para o nariz
Ela riu-se
Deslizou para o lado superior dos lábios
Trincou-o
Ela estremeceu e puxou-o mais para si
Ambos abriram os olhos
Já não sorriam
Ela sentia o seu estómago prestes a explodir
Ele estava a ter um ataque cardíaco
Ela prendia-lhe a camisola
Ele queria tirá-la
Segurou-lhe a nuca e sentiu o seu cabelo macio
A outra foi devagar para as costas e ordenou que o seu peito se colasse ao dela
Ambos pareciam estar a correr uma maratona
Ambos pareciam saudavelmente cansados
Aproximou-se dos lábios dela
Dos que queria tanto morder
Tanto beijar
Magoar
Quando as suas bocas se uniram, tudo pareceu parar
Ele ganhou asas
Ela caiu do seu mundo
Beijaram-se e esqueceram-se que dependiam de ar para sobreviver
De beijos para viver
Ela afastou-o ofegante
Sentia tantas coisas que se tinha esquecido que a falta de ar era mesmo provocada por não ter ar
Ele sorriu e respirou fundo
Ela beijou-o novamente
Desta vez mais suavemente
Roçou os lábios nos dele
Obrigou-o a deitar-se por cima
Ele colocou os braços na mesa como forma de suporte e beijou-a com mais emoção
Era inconsedivél não a beijar
Ela queria rapidamente sair da escola
Ir para algum lado
Longe das pessoas, do mundo
Queria beijá-lo eternamente
Sentir o sabor de café que os seus lábios possuíam
Queria poder segurar a mão dele durante o dia inteiro
Colá-la à dela se fosse possivél
Primeiro, queria ir
Depois, queria fazer
Muito depois chegaria a hora de pensar
abril 27, 2011
Parte 3
Nessa noite ela escreveu
Sentou-se na cama com o coração descontrolado
Demasiado falador
Abriu a mochila e retirou o caderno rosa, o que gostava de usar
Começou a escrever e tudo saiu-lhe simples
Fácil demais
"IMAGINO-TE A TI
CURVADO SOBRE MIM
PRIMEIRO BEIJAS-ME OS LÁBIOS, DEPOIS O PESCOÇO
DEPOIS PÁRAS E OLHAS-ME NOS OLHOS
VEJO COMO ELES BRILHAM, COMO ARDEM
DIZES QUE ME AMAS, QUE SÓ ME QUERES A MIM
PROMETES TUDO O QUE EU QUERO OUVIR
E EU CEDO
DEIXO-ME LEVAR PELO DESEJo QUE O MEU CORAÇÃO GRITA
IMPLORO QUE ME BEIJES
PRIMEIRO OS LÁBIOS, DEPOIS O PESCOÇO
PEÇO-TE QUE ME AMES, QUE ME ESCOLHAS A MIM
TU SORRIS E VOLTAS A PROMETER TUDO O QUE EU SEMPRE QUIS
E EU ACREDITO
DOU-TE O MEU CORPO, ENTREGO-TE A MINHA ALMA
SINTO A PULSAÇÃO ACELARADA, A DOR NO MEU PEITO
É TUDO TÃO INTENSO, TÃO PODEROSO
É UM PARAÍSO INFERNAL QUE ME CONSOME
QUE ME FAZ AMAR-TE CEGAMENTE
FAZES-ME SUSPIRAR MESMO ANTES DE ME TOCAR
FAZES-ME CHORAR POR UM SORRISO TEU
VEJO-TE EM MIM
AGORA SEI QUE POR MAIS QUE EU VIVA
NAO O POSSO FAZER SEM TI"
Quando releu os versos, suspirou e deixou-se cair para trás
Talvez estivesse a estudar demais
Talvez estivesse com um esgotamento
Talvez estivesse dentro de um jogo qualquer, daqueles iguais aos do " SAW", mas sem a parte das mortes. Ou das facas
Não compreendia, e por isso não aceitava
Rasgou a folha e dobrou-a dentro do caderno
Voltou a guarda-lo e voltou a deixar-se cair
Naquela mesma hora, nesse mesmo momento
Ele estava a treinar
CHovia imenso e ele corria
Mais 10 minutos e ia para casa
Mais 10 minutos e ia procurá-la no facebook
10 minutos mais e ia encontrá-la
Daqui a meia hora, já saberia o essencial
A música que gostava, os filmes que vira
Os livros que interiorizara, o que a fazia sorrir
10 minutos mais e saberia
Ela sabia que ele gostava de Transformers
Que ouvia Linkin Park e Eminem
Que gostava dos livros do Nilton
Que via House e Dexter
Que era apaixonado por fotografia
Que venerava futebol
Sabia que o seu clube era o Benfica
Que o seu atleta favorito era o Xavi
que tinha uma família enorme
E passo a citar
7 irmãs, 1 mãe, 1 pai, 10 filhos, 4 irmãos
2 tias e 3 sobrinhas
Era solteiro
e o mail estava no fundo da página
Constratava o " adicionar amigo" logo no principio
O que quase acontecera "acidentalmente" umas 4 vezes
Era quase meia noite quando ele a pediu em amizade
Era meia noite quando ela aceitou o pedido
Assim, ele pode saber
Ela gostava dos Coldplay e dos Boyce Avenue
Ouvia Michael Bublé e Lifehouse
Já lera a colecção de Harry Potter completa
Adorava Step up 3 e The King´s Speech
Via House e Connan Obrien
Tinha 488 amigos
Ele supôs que era o 488º amigo
Agradava-lhe o número e, sem razão para tal, guardou-o na memória
Desligou o computador e ligou o MP3
Procurou na lista
Encontrou 7 músicas dos Coldplay, 2 dos Lifehouse e nenhuma dos Boyce Avenue
Não fazia noção nenhuma do que era aquilo
Sorriu e voltou a desligá-lo
Ambos não dormiram muito nessa noite
Na manhã seguinte, ela não queria levantar-se
Atrasou-se uns 15 minutos
Mesmo assim, apanhou o autocarro das 8h30
Sentou-se ofegante no último banco e encostou-se ao vidro
embaciado
Continuou a ouvir " Angels"
A relembrar a letra na sua cabeça
Ela chegou primeiro que ele à escola
Foi ao cacifo, mesmo sabendo que tinha já tocado
Guardou alguns cadernos, segurando mais do que era necessário o rosa
Pousou-o dentro do cacifo e fechou-o
Atrapalhada, pousou a mochila no ombro e correu
Ele tinha acabado de entrar no corredor quando ela deixou cair alguma coisa
Um papel dobrado e riscado
Esperou que ela entrasse na sala para o apanhar
Não o abriu logo, pensou primeiro se era correcto faze-lo
Se era demasiado pessoal
Bolas, quem diabo escreve coisas pessoais num caderno escolar
Obviamente qe acabou por abri-lo
Ele chegou 10 minutos depois dela
Entrou a sorrir
Pediu desculpa e sentou-se
Estava completamente a norte
Completamente longe
Ela amava-o, tinha quase certeza que era ele
Ela amava-o
Amava-o
Queria-o. Queria-o mesmo.
Sentia-se demasiado extasiado para estar sentado numa sala
Duvidava que conseguisse aguentar uma hora sem poder falar com ela
Olhou para trás
Ela olhava-o pensativa
Desviou demasiado depressa o olhar quando reparou que ele a encontrara
Reprendeu-se mentalmente por ser tão estúpida e sabia que estava a corar
Sim, o dia estava mesmo a começar bem
Ele reparou o quão desconfortavél ela estava e voltou-se
Tinha quase certeza que era ele
Sabia que as palavras eram para ele
Sabia também que não era suposto elas chegarem-lhe
Que tivera sorte, ela azar
Primeiro, queria comprovar que a letra era dela
Embora soubesse que sim, queria
Quando tocou, deixou que todos saissem para impedir que ela saisse
Literalmente impediu-a de sair
Ela falou alguma coisa de ter de ir à biblicoteca
Tretas
Pediu-lhe uns minutos para passar uns apontamentos
Ela mostou-se surpreendida e assentiu que os emprestava
Ele abriu o caderno
Sorriu quando reconheceu a letra
Fechou-o e segundos depois devolveu-o
Ela questinou-o sobre se queria ou não os apontamentos
Ele disse-lhe simplesmente que já tinha o que queria
Ela fazia uma cara engraçada quando estava confusa, pensava ele
E cheirava muito bem. Mesmo muito bem
Estava pouco à vontade e não o olhava nos olhos
Olhava para o caderno e mexia numa madeixa do cabelo
Ele sentia-se mesmo bem ali
Queria tanto beija-la que não o fez
Quando ela lhe perguntou se precisava de mais alguma coisa
Ele perguntou-lhe se queria ir dar uma volta depois das aulas
Ela corou
Ela estava quase a desmaiar quando retorquiu
"Porquê?"
Ele sinceramente não contava com essa resposta. Não sabia muito bem o que responder. Pensou uns segundos e disse-lhe: " Tenho de ter algum motivo em especial?
-" Espero que tenhas"
Ele sorriu-lhe e aproximou-se. Pegou-lhe na madeixa que estava a tormentar e pos-la por trás da orelha. Sentiu-a estremecer quando o fez.
-" Quero falar contigo"
- " Estás a falar agora"
- " Quero beijar-te"
Ok, isto arrasou-a completamente. O coração dela disparou e ela temeu pela sua vida.
- " Podes beijar-me agora" retorqui-lhe num tom baixissimo
Ele segurou-lhe o queixo e levantou-lhe a cabeça.
-" Queres que eu te beije?"
Ela engoliu em seco e tentou olhar para baixo. Ele não deixou. O coração de ambos parecia ter vida própria. Batia velozmente com se estivesse numa maratona. Ela sentia os joelhos a enfraquecerem, a barriga a gritar, os pulmões a prostetar. Tinha medo de dizer a verdade.
Ele nunca se tinha sentido tão nervoso. Percorreu-lhe a face e de cada vez que a olhava nos olhos sentia a ponta de uma Lâmina na pele
- " Quero."
Ele parou de lhe contar as minusculas sardas e deslizou uma mão para a sua anca
A outra tocou-lhe suavemente nos lábios antes de seguir o exemplo da sua gémea
Puxou-a mais para si até se tornar insurportavél sentirem-se
Doi-a tanto que ela começou a tremer
Queria parecer forte mas parecia uma menininha
Os olhos dele tinham controlo absoluto sobre os seus
Molhou os lábios enquanto olhava os dele
Ele beijou-lhe o pescoço antes de responder
-" Há quanto tempo queres beijar-me?"
Ela pôs-lhe a mão no abdómen e respondeu quase num susurro
-" Há demasiado"
Ele sorriu e voltou a beijar-lhe o pescoço. Ele fechou os olhos e implorou a si mesma para não desmaiar. Agora não.
Sentou-a numa mesa, separou-lhe os joelhos
Segurou-a contra si, retirou-lhe o cabelo da face e beijou-lhe uma delas. Depois a outra.
Esforçava-se para não tremer, para não a assustar. Ela punha-o completamente sem controlo algum.
O perfume dela, oh meu deus, como era doloroso
Viciava-lhe as narinas
Queria tanto beija-la, tanto
Mas ainda não
Queria te-la mais uns minutos
Sentir o corpo dela, ouvir os seus suspiros
Depois beija-la-ia e prosteriormente nunca mais a tiraria da cabeça
Sentia-o e queria ter a restia de controlo nas suas mãos
Não o queria perder, ainda não
Mais um pouco
Voltou a beijar-lhe o pescoço
Desapertou-lhe o casaco enquanto o fazia
Depois, estacou quando viu que por baixo deste ela vestira uma camisa
Ela tremeu desesperadamente quando percebeu que a única coisa que separava o seu coração das suas mãos era um fina peça de roupa e uma ainda mais fina camada de pele.
Ele olhou-a e tentou controlar os seus impulsos
Desejava-a ali e agora
Mas sabia que podiam ser interrompidos a qualquer momento
Que a porta iria abrir-se e ele teria de a largar
Olhou-a e soube que ela pensou o mesmo
-" Eu quero-te tanto." Uma voz suave saiu-lhe dos lábios, quase sem som, quase impercetivél. Ele ficou sem palavras e fechou os olhos. Isto estava mesmo a acontecer. A ele. Ele estava mesmo a sentir borboletas no estômago, ele queria mesmo agarrar-lhe a mão e puxá-la para fora da escola. Correr para casa dele, subir as escadas, deita-la na cama. Queria mesmo tê-la
Ele aproximou o seu rosto do dela até que as suas testas se colassem
- " Eu preciso de te ter." Foi o que conseguiu dizer. Foi a única coisa que ela precisava de ouvir. Sorriu e beijou-o na testa. Olharam-se novamente, conscientes de que não havia volta a dar. Voltou a agarra-la e preparavasse para a beijar. Já conseguia sentir o seu hálito, quase o sabor da sua lingua quando soou a campainha. E tudo estacou. Tirou-a do cimo da mesa, viu-a apertar o casaco e deu-lhe a mão. Acompanhou-a à sua mesa e largou-a. Sentou-se duas carteiras à frente e respirou. Sentia-se feliz. Não tinha mais nenhuma palavra que pudesse aplicar-se a ele. Estava feliz.
Sentou-se na cama com o coração descontrolado
Demasiado falador
Abriu a mochila e retirou o caderno rosa, o que gostava de usar
Começou a escrever e tudo saiu-lhe simples
Fácil demais
"IMAGINO-TE A TI
CURVADO SOBRE MIM
PRIMEIRO BEIJAS-ME OS LÁBIOS, DEPOIS O PESCOÇO
DEPOIS PÁRAS E OLHAS-ME NOS OLHOS
VEJO COMO ELES BRILHAM, COMO ARDEM
DIZES QUE ME AMAS, QUE SÓ ME QUERES A MIM
PROMETES TUDO O QUE EU QUERO OUVIR
E EU CEDO
DEIXO-ME LEVAR PELO DESEJo QUE O MEU CORAÇÃO GRITA
IMPLORO QUE ME BEIJES
PRIMEIRO OS LÁBIOS, DEPOIS O PESCOÇO
PEÇO-TE QUE ME AMES, QUE ME ESCOLHAS A MIM
TU SORRIS E VOLTAS A PROMETER TUDO O QUE EU SEMPRE QUIS
E EU ACREDITO
DOU-TE O MEU CORPO, ENTREGO-TE A MINHA ALMA
SINTO A PULSAÇÃO ACELARADA, A DOR NO MEU PEITO
É TUDO TÃO INTENSO, TÃO PODEROSO
É UM PARAÍSO INFERNAL QUE ME CONSOME
QUE ME FAZ AMAR-TE CEGAMENTE
FAZES-ME SUSPIRAR MESMO ANTES DE ME TOCAR
FAZES-ME CHORAR POR UM SORRISO TEU
VEJO-TE EM MIM
AGORA SEI QUE POR MAIS QUE EU VIVA
NAO O POSSO FAZER SEM TI"
Quando releu os versos, suspirou e deixou-se cair para trás
Talvez estivesse a estudar demais
Talvez estivesse com um esgotamento
Talvez estivesse dentro de um jogo qualquer, daqueles iguais aos do " SAW", mas sem a parte das mortes. Ou das facas
Não compreendia, e por isso não aceitava
Rasgou a folha e dobrou-a dentro do caderno
Voltou a guarda-lo e voltou a deixar-se cair
Naquela mesma hora, nesse mesmo momento
Ele estava a treinar
CHovia imenso e ele corria
Mais 10 minutos e ia para casa
Mais 10 minutos e ia procurá-la no facebook
10 minutos mais e ia encontrá-la
Daqui a meia hora, já saberia o essencial
A música que gostava, os filmes que vira
Os livros que interiorizara, o que a fazia sorrir
10 minutos mais e saberia
Ela sabia que ele gostava de Transformers
Que ouvia Linkin Park e Eminem
Que gostava dos livros do Nilton
Que via House e Dexter
Que era apaixonado por fotografia
Que venerava futebol
Sabia que o seu clube era o Benfica
Que o seu atleta favorito era o Xavi
que tinha uma família enorme
E passo a citar
7 irmãs, 1 mãe, 1 pai, 10 filhos, 4 irmãos
2 tias e 3 sobrinhas
Era solteiro
e o mail estava no fundo da página
Constratava o " adicionar amigo" logo no principio
O que quase acontecera "acidentalmente" umas 4 vezes
Era quase meia noite quando ele a pediu em amizade
Era meia noite quando ela aceitou o pedido
Assim, ele pode saber
Ela gostava dos Coldplay e dos Boyce Avenue
Ouvia Michael Bublé e Lifehouse
Já lera a colecção de Harry Potter completa
Adorava Step up 3 e The King´s Speech
Via House e Connan Obrien
Tinha 488 amigos
Ele supôs que era o 488º amigo
Agradava-lhe o número e, sem razão para tal, guardou-o na memória
Desligou o computador e ligou o MP3
Procurou na lista
Encontrou 7 músicas dos Coldplay, 2 dos Lifehouse e nenhuma dos Boyce Avenue
Não fazia noção nenhuma do que era aquilo
Sorriu e voltou a desligá-lo
Ambos não dormiram muito nessa noite
Na manhã seguinte, ela não queria levantar-se
Atrasou-se uns 15 minutos
Mesmo assim, apanhou o autocarro das 8h30
Sentou-se ofegante no último banco e encostou-se ao vidro
embaciado
Continuou a ouvir " Angels"
A relembrar a letra na sua cabeça
Ela chegou primeiro que ele à escola
Foi ao cacifo, mesmo sabendo que tinha já tocado
Guardou alguns cadernos, segurando mais do que era necessário o rosa
Pousou-o dentro do cacifo e fechou-o
Atrapalhada, pousou a mochila no ombro e correu
Ele tinha acabado de entrar no corredor quando ela deixou cair alguma coisa
Um papel dobrado e riscado
Esperou que ela entrasse na sala para o apanhar
Não o abriu logo, pensou primeiro se era correcto faze-lo
Se era demasiado pessoal
Bolas, quem diabo escreve coisas pessoais num caderno escolar
Obviamente qe acabou por abri-lo
Ele chegou 10 minutos depois dela
Entrou a sorrir
Pediu desculpa e sentou-se
Estava completamente a norte
Completamente longe
Ela amava-o, tinha quase certeza que era ele
Ela amava-o
Amava-o
Queria-o. Queria-o mesmo.
Sentia-se demasiado extasiado para estar sentado numa sala
Duvidava que conseguisse aguentar uma hora sem poder falar com ela
Olhou para trás
Ela olhava-o pensativa
Desviou demasiado depressa o olhar quando reparou que ele a encontrara
Reprendeu-se mentalmente por ser tão estúpida e sabia que estava a corar
Sim, o dia estava mesmo a começar bem
Ele reparou o quão desconfortavél ela estava e voltou-se
Tinha quase certeza que era ele
Sabia que as palavras eram para ele
Sabia também que não era suposto elas chegarem-lhe
Que tivera sorte, ela azar
Primeiro, queria comprovar que a letra era dela
Embora soubesse que sim, queria
Quando tocou, deixou que todos saissem para impedir que ela saisse
Literalmente impediu-a de sair
Ela falou alguma coisa de ter de ir à biblicoteca
Tretas
Pediu-lhe uns minutos para passar uns apontamentos
Ela mostou-se surpreendida e assentiu que os emprestava
Ele abriu o caderno
Sorriu quando reconheceu a letra
Fechou-o e segundos depois devolveu-o
Ela questinou-o sobre se queria ou não os apontamentos
Ele disse-lhe simplesmente que já tinha o que queria
Ela fazia uma cara engraçada quando estava confusa, pensava ele
E cheirava muito bem. Mesmo muito bem
Estava pouco à vontade e não o olhava nos olhos
Olhava para o caderno e mexia numa madeixa do cabelo
Ele sentia-se mesmo bem ali
Queria tanto beija-la que não o fez
Quando ela lhe perguntou se precisava de mais alguma coisa
Ele perguntou-lhe se queria ir dar uma volta depois das aulas
Ela corou
Ela estava quase a desmaiar quando retorquiu
"Porquê?"
Ele sinceramente não contava com essa resposta. Não sabia muito bem o que responder. Pensou uns segundos e disse-lhe: " Tenho de ter algum motivo em especial?
-" Espero que tenhas"
Ele sorriu-lhe e aproximou-se. Pegou-lhe na madeixa que estava a tormentar e pos-la por trás da orelha. Sentiu-a estremecer quando o fez.
-" Quero falar contigo"
- " Estás a falar agora"
- " Quero beijar-te"
Ok, isto arrasou-a completamente. O coração dela disparou e ela temeu pela sua vida.
- " Podes beijar-me agora" retorqui-lhe num tom baixissimo
Ele segurou-lhe o queixo e levantou-lhe a cabeça.
-" Queres que eu te beije?"
Ela engoliu em seco e tentou olhar para baixo. Ele não deixou. O coração de ambos parecia ter vida própria. Batia velozmente com se estivesse numa maratona. Ela sentia os joelhos a enfraquecerem, a barriga a gritar, os pulmões a prostetar. Tinha medo de dizer a verdade.
Ele nunca se tinha sentido tão nervoso. Percorreu-lhe a face e de cada vez que a olhava nos olhos sentia a ponta de uma Lâmina na pele
- " Quero."
Ele parou de lhe contar as minusculas sardas e deslizou uma mão para a sua anca
A outra tocou-lhe suavemente nos lábios antes de seguir o exemplo da sua gémea
Puxou-a mais para si até se tornar insurportavél sentirem-se
Doi-a tanto que ela começou a tremer
Queria parecer forte mas parecia uma menininha
Os olhos dele tinham controlo absoluto sobre os seus
Molhou os lábios enquanto olhava os dele
Ele beijou-lhe o pescoço antes de responder
-" Há quanto tempo queres beijar-me?"
Ela pôs-lhe a mão no abdómen e respondeu quase num susurro
-" Há demasiado"
Ele sorriu e voltou a beijar-lhe o pescoço. Ele fechou os olhos e implorou a si mesma para não desmaiar. Agora não.
Sentou-a numa mesa, separou-lhe os joelhos
Segurou-a contra si, retirou-lhe o cabelo da face e beijou-lhe uma delas. Depois a outra.
Esforçava-se para não tremer, para não a assustar. Ela punha-o completamente sem controlo algum.
O perfume dela, oh meu deus, como era doloroso
Viciava-lhe as narinas
Queria tanto beija-la, tanto
Mas ainda não
Queria te-la mais uns minutos
Sentir o corpo dela, ouvir os seus suspiros
Depois beija-la-ia e prosteriormente nunca mais a tiraria da cabeça
Sentia-o e queria ter a restia de controlo nas suas mãos
Não o queria perder, ainda não
Mais um pouco
Voltou a beijar-lhe o pescoço
Desapertou-lhe o casaco enquanto o fazia
Depois, estacou quando viu que por baixo deste ela vestira uma camisa
Ela tremeu desesperadamente quando percebeu que a única coisa que separava o seu coração das suas mãos era um fina peça de roupa e uma ainda mais fina camada de pele.
Ele olhou-a e tentou controlar os seus impulsos
Desejava-a ali e agora
Mas sabia que podiam ser interrompidos a qualquer momento
Que a porta iria abrir-se e ele teria de a largar
Olhou-a e soube que ela pensou o mesmo
-" Eu quero-te tanto." Uma voz suave saiu-lhe dos lábios, quase sem som, quase impercetivél. Ele ficou sem palavras e fechou os olhos. Isto estava mesmo a acontecer. A ele. Ele estava mesmo a sentir borboletas no estômago, ele queria mesmo agarrar-lhe a mão e puxá-la para fora da escola. Correr para casa dele, subir as escadas, deita-la na cama. Queria mesmo tê-la
Ele aproximou o seu rosto do dela até que as suas testas se colassem
- " Eu preciso de te ter." Foi o que conseguiu dizer. Foi a única coisa que ela precisava de ouvir. Sorriu e beijou-o na testa. Olharam-se novamente, conscientes de que não havia volta a dar. Voltou a agarra-la e preparavasse para a beijar. Já conseguia sentir o seu hálito, quase o sabor da sua lingua quando soou a campainha. E tudo estacou. Tirou-a do cimo da mesa, viu-a apertar o casaco e deu-lhe a mão. Acompanhou-a à sua mesa e largou-a. Sentou-se duas carteiras à frente e respirou. Sentia-se feliz. Não tinha mais nenhuma palavra que pudesse aplicar-se a ele. Estava feliz.
abril 25, 2011
Branco
Estou completamente em branco
Em todas as histórias que escrevo, chego a uma parte e estaco
Como se a criatividade secasse
É muito estranho, mas faz completamente sentido
Eu não sei o que é estar apaixonada
Não posso imaginar uma história de amor só porque vi meia dúzia de filmes (penosamente) românticos e com finais felizes
Não posso criar vidas se não comecei a viver a minha
Sim, considero mais sobrevivência àquilo que faço do que propriamente aproveitar as tretas que me são dadas
Tretas : sinónimo de peças da vida que servem para nos colocarem em jogo ou tirar-nos dele. Eu sou a pessoa que está quase a entrar nele, mas que prefere ficar de fora por motivos de segurança.
Canso-me de repetir a mesma coisa, mas quando hoje agarrei no computador para escrever a continuação bloqueei
E então percebi o motivo
Eu não vivi o amor
Não o senti
Mais um obstáculo a ser derrubado: a minha consciência
Tenho de...respirar e fechar os olhos
Ouvir uma cover dos Linkin Park
( a música serve de inspiração aos ótarios. A mim, a música alimenta a inspiração já existente)
Se não fosse tão limitada talvez chegasse lá
Mas estou tão enclausurada que já nem sinto a luz do sol
Nem sinto o mundo acabar
Sim, ele está a acabar. E ainda bem.
Mais uma merda que acaba.
E ping pong, nós também.
Oops, danos colaterais ;)
Acreditem que ficamos melhor sem ele.
Muito melhor
Deixá-mos de sentir
De chorar
De comer
De comprar
De cortar
De gritar
Talvez porque estejamos MORTOS
Mas acho que não é diferente de como estamos agora
Nada mesmo
Estou completamente em branco
Em todas as histórias que escrevo, chego a uma parte e estaco
Como se a criatividade secasse
É muito estranho, mas faz completamente sentido
Eu não sei o que é estar apaixonada
Não posso imaginar uma história de amor só porque vi meia dúzia de filmes (penosamente) românticos e com finais felizes
Não posso criar vidas se não comecei a viver a minha
Sim, considero mais sobrevivência àquilo que faço do que propriamente aproveitar as tretas que me são dadas
Tretas : sinónimo de peças da vida que servem para nos colocarem em jogo ou tirar-nos dele. Eu sou a pessoa que está quase a entrar nele, mas que prefere ficar de fora por motivos de segurança.
Canso-me de repetir a mesma coisa, mas quando hoje agarrei no computador para escrever a continuação bloqueei
E então percebi o motivo
Eu não vivi o amor
Não o senti
Mais um obstáculo a ser derrubado: a minha consciência
Tenho de...respirar e fechar os olhos
Ouvir uma cover dos Linkin Park
( a música serve de inspiração aos ótarios. A mim, a música alimenta a inspiração já existente)
Se não fosse tão limitada talvez chegasse lá
Mas estou tão enclausurada que já nem sinto a luz do sol
Nem sinto o mundo acabar
Sim, ele está a acabar. E ainda bem.
Mais uma merda que acaba.
E ping pong, nós também.
Oops, danos colaterais ;)
Acreditem que ficamos melhor sem ele.
Muito melhor
Deixá-mos de sentir
De chorar
De comer
De comprar
De cortar
De gritar
Talvez porque estejamos MORTOS
Mas acho que não é diferente de como estamos agora
Nada mesmo
abril 22, 2011
Parte 2
Acho que amar é perigoso demais para seres tão frágeis
Acho que loucura e amor confundem-se na nossa idade, porque sentimos tudo intensamente e misturamos coisas completamente diferentes, mas que inesperadamente resultam bem juntas.
Eu escrevo sobre o que sei e sobre o que anseio saber
Não escrevo politicamente correcto porque o blog é meu e a vida é minha
Querem ler algo sentido, leiam o meu blog
Querem algo correcto, leiam o diário de notícias
Hoje ela vestiu um vestido preto
Quando ela entrou na sala, ele virou-se e durante longos e breves segundos mirou-a
Ele sentiu o coração bater mais depressa à medida que a viu sentar-se
A ela e ao seu vestido curto, largo, com botões perto do peito e o colarinho amarrotado
Não se lembrou do que estava a pensar antes, do que ia dizer ou do que queria fazer nessa noite
Ela percebeu que ele olhava e morreu nesse instante
Ele sentou-se
Ela continuou secretamente a sorrir
A aula terminou
Ele saiu
Ela ficou
Ele tinha fome
Ela também
Queriam ambos a mesma coisa
Em silêncio, eles descobriram
A metros de distância, eles sentiram
Na aula seguinte, ninguém falou
Ninguém olhou
Ela roía as unhas
Ele batia o pé
Ela brincava com a tampa da caneta
Ele riscava o caderno
Ela estava a dar em maluca
Ele só podia estar maluco
Ela sabia onde ficava a casa dele
Passava por lá todos os fim de semana
Descia a rua, virava à esquerda e contava quatro casas brancas
A quinta era a dele
Ele sabia onde ficava o quarto dela
No 2º andar, 2º janela
Cortinas cor de rosa
Pressianas semi abertas
Sabiam pouco, queriam mais
Ela queria saber os seus filmes favoritos
Se gostava de pipocas salgadas ou doces
Se tinha Foo Fighters no MP4
Queria saber de cor cada perfume
Cada verso, cada sorriso
Ele queria conhecer a voz dela
Apaixonar-se pelo timbre das suas frases
Pelo cheiro do cabelo, pela forma como os seus ombros se unem aos dela
Passaram a vida inteira ligados por algo único
Por um sinal do peito
Por uma linha tatuada na palma da mão
Há quem lhe chame destino
Eu prefiro pensar que eles simplesmente ousaram
Nenhum deles acreditava no destino, assim como eu
Ambos não entendiam a razão de serem atraídos pelo desconhecido
De quererem sentir o sabor
Ela lia para tentar entender
Ele bebia
Ela devorava chocolates para deixar de pensar nele
Ele deitava-se para recordar o desenho do seu corpo
Nesse dia, os seus corpos roçaram na aula de Educação Física
Ela pediu desculpa
Ele balbuciou
Ela corou
Ele sorriu
Seduziu o tempo e parou-o durante um bocado
Calcou o coração dela e deixou-a sem ar
Ficou, Susteve
Literalmente, morreu
( TOmorrow. Acho que nunca mais vai ter um fim. exactamente como eu pretendia )
Acho que loucura e amor confundem-se na nossa idade, porque sentimos tudo intensamente e misturamos coisas completamente diferentes, mas que inesperadamente resultam bem juntas.
Eu escrevo sobre o que sei e sobre o que anseio saber
Não escrevo politicamente correcto porque o blog é meu e a vida é minha
Querem ler algo sentido, leiam o meu blog
Querem algo correcto, leiam o diário de notícias
Hoje ela vestiu um vestido preto
Quando ela entrou na sala, ele virou-se e durante longos e breves segundos mirou-a
Ele sentiu o coração bater mais depressa à medida que a viu sentar-se
A ela e ao seu vestido curto, largo, com botões perto do peito e o colarinho amarrotado
Não se lembrou do que estava a pensar antes, do que ia dizer ou do que queria fazer nessa noite
Ela percebeu que ele olhava e morreu nesse instante
Ele sentou-se
Ela continuou secretamente a sorrir
A aula terminou
Ele saiu
Ela ficou
Ele tinha fome
Ela também
Queriam ambos a mesma coisa
Em silêncio, eles descobriram
A metros de distância, eles sentiram
Na aula seguinte, ninguém falou
Ninguém olhou
Ela roía as unhas
Ele batia o pé
Ela brincava com a tampa da caneta
Ele riscava o caderno
Ela estava a dar em maluca
Ele só podia estar maluco
Ela sabia onde ficava a casa dele
Passava por lá todos os fim de semana
Descia a rua, virava à esquerda e contava quatro casas brancas
A quinta era a dele
Ele sabia onde ficava o quarto dela
No 2º andar, 2º janela
Cortinas cor de rosa
Pressianas semi abertas
Sabiam pouco, queriam mais
Ela queria saber os seus filmes favoritos
Se gostava de pipocas salgadas ou doces
Se tinha Foo Fighters no MP4
Queria saber de cor cada perfume
Cada verso, cada sorriso
Ele queria conhecer a voz dela
Apaixonar-se pelo timbre das suas frases
Pelo cheiro do cabelo, pela forma como os seus ombros se unem aos dela
Passaram a vida inteira ligados por algo único
Por um sinal do peito
Por uma linha tatuada na palma da mão
Há quem lhe chame destino
Eu prefiro pensar que eles simplesmente ousaram
Nenhum deles acreditava no destino, assim como eu
Ambos não entendiam a razão de serem atraídos pelo desconhecido
De quererem sentir o sabor
Ela lia para tentar entender
Ele bebia
Ela devorava chocolates para deixar de pensar nele
Ele deitava-se para recordar o desenho do seu corpo
Nesse dia, os seus corpos roçaram na aula de Educação Física
Ela pediu desculpa
Ele balbuciou
Ela corou
Ele sorriu
Seduziu o tempo e parou-o durante um bocado
Calcou o coração dela e deixou-a sem ar
Ficou, Susteve
Literalmente, morreu
( TOmorrow. Acho que nunca mais vai ter um fim. exactamente como eu pretendia )
abril 21, 2011
Parte 1
A palavra loucura surgiu em alguma circunstância, em alguma história, em algum lugar.
Adequou-se a alguém, a algum capítulo que marcou uma ou várias vidas.
Apetece-me sonhar com uma história
Espero que estejam de acordo com isso, porque hoje vou escrever sobre algo que me faz realmente feliz
Histórias de amor
Acho que todos os seres normais sonham com o amor e com as consequências positivas de viver um conto de fadas
Não dos da Disney, esses não têm bolinha vermelha
O amor tem de ser sentido, feito, tem de ser elevado ao expoente máximo
Ser vivido dolorosamente e com tudo o que tem direito
Sem limites, sem certos e errados
Antes de contar a história, quero fazer uma pequena introdução
Acho que amar é um grau demasiado elevado para ser atingido
Tem de se ultrapassar vários obstáculos criados por nós mesmos para conseguir-mos dar o nosso pequeno tesouro
Primeiro, criamos um mapa
Dá-mos pistas, encorajamos os concorrente
Mas a verdade é que somos batoteiros, e se alguém estiver prestes a encontra-lo, nós mudá-mos a localização e não há vencedor
Eu sou batoteira, assim como a maioria do universo
E se acredito no amor, é porque já fui amada
Se sonho com ele é porque quero realmente amar alguém
Porque me apaixonei pelas histórias de princesas e príncipes
Porque nunca quis que elas acabassem
Porque queria que houvesse uma continuação
Loucura é um sentimento demente que agoniza a alma e liberta o coração
Que prende os músculos e o cérebro
Que te imortaliza dentro de um mundo fantástico de luxuria
Que grita
Que gosta de sentir, de ter
É suave, quente, estrondosamente veloz
Arrepia, queima, cola
Aqui vai a minha história, completamente idealizada e não vai ser perfeita ou algo do género
Nada do que eu faço tem o intuito de o ser
Imaginem um rapaz e uma rapariga, completamente opostos
Sem nada em comum, não se conhecem, não se tocam, não se falam
Estão no primor da adolescência
Ele joga futebol, sai à noite, bebe e namorisca
Ela escreve, ouve música calma e gosta de estar sozinha
Ele vive para o mundo
Ela vive para o seu mundo
Ele vive o dia, ela planeia-o
Ele sente-se livre, ela tem medo
São da mesma turma, ela sabe que ele existe
Ele finge que não a vê
Aos seus bonitos olhos, ao seu cabelo claro, às suas faces suaves
À forma da sua anca, aos seus jeans apertados ou aos seu tom cristalizado
Ela baixa os olhos sempre que ele passa, cora quando ouve a sua voz
Morde os lábios quando ele passa a mão pelo cabelo
Quando pões as mão nos bolsos ou quando compõe a camisola
Secretamente, eles querem-se
Ela não desconfia de tal coisa, porque é ridículo
Ele também o acha ridículo, mas continua a observa-la em todas as aulas de Inglês
Português ou Matemática
Almoçam na mesma mesa, todos os dias
Falam com as mesmas pessoas, todos os dias
Trocam os mesmos olhares, todos os dias
Arrepiam-se quando estão a menos de um metro de distância
A toda a hora
( Acho que uma vez dado as circunstâncias, não posso acabar a história hoje. Prevejo que ela vai ser longa e acho que uma bocadinho de suspense nunca fez mal a ninguém. )
:)
Adequou-se a alguém, a algum capítulo que marcou uma ou várias vidas.
Apetece-me sonhar com uma história
Espero que estejam de acordo com isso, porque hoje vou escrever sobre algo que me faz realmente feliz
Histórias de amor
Acho que todos os seres normais sonham com o amor e com as consequências positivas de viver um conto de fadas
Não dos da Disney, esses não têm bolinha vermelha
O amor tem de ser sentido, feito, tem de ser elevado ao expoente máximo
Ser vivido dolorosamente e com tudo o que tem direito
Sem limites, sem certos e errados
Antes de contar a história, quero fazer uma pequena introdução
Acho que amar é um grau demasiado elevado para ser atingido
Tem de se ultrapassar vários obstáculos criados por nós mesmos para conseguir-mos dar o nosso pequeno tesouro
Primeiro, criamos um mapa
Dá-mos pistas, encorajamos os concorrente
Mas a verdade é que somos batoteiros, e se alguém estiver prestes a encontra-lo, nós mudá-mos a localização e não há vencedor
Eu sou batoteira, assim como a maioria do universo
E se acredito no amor, é porque já fui amada
Se sonho com ele é porque quero realmente amar alguém
Porque me apaixonei pelas histórias de princesas e príncipes
Porque nunca quis que elas acabassem
Porque queria que houvesse uma continuação
Loucura é um sentimento demente que agoniza a alma e liberta o coração
Que prende os músculos e o cérebro
Que te imortaliza dentro de um mundo fantástico de luxuria
Que grita
Que gosta de sentir, de ter
É suave, quente, estrondosamente veloz
Arrepia, queima, cola
Aqui vai a minha história, completamente idealizada e não vai ser perfeita ou algo do género
Nada do que eu faço tem o intuito de o ser
Imaginem um rapaz e uma rapariga, completamente opostos
Sem nada em comum, não se conhecem, não se tocam, não se falam
Estão no primor da adolescência
Ele joga futebol, sai à noite, bebe e namorisca
Ela escreve, ouve música calma e gosta de estar sozinha
Ele vive para o mundo
Ela vive para o seu mundo
Ele vive o dia, ela planeia-o
Ele sente-se livre, ela tem medo
São da mesma turma, ela sabe que ele existe
Ele finge que não a vê
Aos seus bonitos olhos, ao seu cabelo claro, às suas faces suaves
À forma da sua anca, aos seus jeans apertados ou aos seu tom cristalizado
Ela baixa os olhos sempre que ele passa, cora quando ouve a sua voz
Morde os lábios quando ele passa a mão pelo cabelo
Quando pões as mão nos bolsos ou quando compõe a camisola
Secretamente, eles querem-se
Ela não desconfia de tal coisa, porque é ridículo
Ele também o acha ridículo, mas continua a observa-la em todas as aulas de Inglês
Português ou Matemática
Almoçam na mesma mesa, todos os dias
Falam com as mesmas pessoas, todos os dias
Trocam os mesmos olhares, todos os dias
Arrepiam-se quando estão a menos de um metro de distância
A toda a hora
( Acho que uma vez dado as circunstâncias, não posso acabar a história hoje. Prevejo que ela vai ser longa e acho que uma bocadinho de suspense nunca fez mal a ninguém. )
:)
abril 20, 2011
Eu odeio mentiras, não suporto as verdades
Odeio que seja tudo tão complicado, que seja tudo tão desinteressante
Que a realidade seja diferente dos meus sonhos
Gosto da dor, de saber que ela torna a minha vida real
Detesto quando ela se transforma subitamente em algo bom
Odeio que tudo seja imprevisível
Que hoje tenha um plano e que amanha esteja em desespero
Preciso de descansar a minha pobre cabeça
Preciso de...
Música
Amigos
Chocolate
Cama
Make Up
Um livro
Um caderno
Tinta
Filmes romanticos
Abraços
E....
Preparei-me bem para conseguir dizer isto
Afinal não é tão complicado como pensaria que seria
Não morri, embora tenha essa sensação
Ou então sou um espírito mal humorado
O que era muito fixe
Preciso de ti
Não sei o que significa isto, mas não vou criar um significado
Não preciso de o fazer. Sou demasiado preguiçosa para querer
Demasiado humana para conseguir
Odeio que seja tudo tão complicado, que seja tudo tão desinteressante
Que a realidade seja diferente dos meus sonhos
Gosto da dor, de saber que ela torna a minha vida real
Detesto quando ela se transforma subitamente em algo bom
Odeio que tudo seja imprevisível
Que hoje tenha um plano e que amanha esteja em desespero
Preciso de descansar a minha pobre cabeça
Preciso de...
Música
Amigos
Chocolate
Cama
Make Up
Um livro
Um caderno
Tinta
Filmes romanticos
Abraços
E....
Preparei-me bem para conseguir dizer isto
Afinal não é tão complicado como pensaria que seria
Não morri, embora tenha essa sensação
Ou então sou um espírito mal humorado
O que era muito fixe
Preciso de ti
Não sei o que significa isto, mas não vou criar um significado
Não preciso de o fazer. Sou demasiado preguiçosa para querer
Demasiado humana para conseguir
All Of The Lights
Tentei não pensar
Tentei não sentir
Tentei fechar os olhos do meu coração
Os que sentem mais do que qualquer parte do meu corpo
Doeu
Dói intensamente
É uma espécie de ferida que não cicatriza
Que se alimenta das palavras que não são ditas
Dos momentos que não são vividos e das mãos que não se entrelaçam
O que faço eu quando o meu estômago parece rebentar
Quando os meus olhos parecem não secar e quando a minha boca não se abre?
Ouço
Escuto as palavras que muito bem podiam ser minhas
As letras que podiam ter sido inventadas por mim
Roubo-as e dou-lhes um significado próprio
Sabe tão bem, tão mal
Queria que tivesses visto o que eu sonhei
O Que recuso a aceitar porque não tenho espaço
Porque tenho medo (?)
Quero uma explicação lógica, uma que se encaixe no puzzle que está a começar a ser preenchido
A imagem que ainda não observei vai ser completada completamente às escuras
Uma peça de mim encaixa no canto, outra no meio
Tu vais ser completado em breve
Eu sei que és tu que está estampado na caixa
és tu que vai ser acabado e depois queimado
Sou eu que vou morrer
Conheço os sintomas embora pareçam tão novos, tão frescos
A minha pele reconhece-os
Eu temo-os
São demasiado grandes para o meu corpo
Demasiado intensos para a minha pequena bomba
Ouve: eu não te quero, não te amo, não te vejo em todo o lado
Não estremeço quando ouço o teu nome, quando te vejo, quando baixo os olhos
Quando sei que olhas para mim, quando me viras as costas, quando estás ao meu lado
Não sonho contigo dentro de mim, com os teus lábios junto dos meus, com o teu odor
Não choro por ti, não grito, não penso sequer em ti
Não sei o teu nome, os teus versos, as tuas histórias
Não as quero saber
Não quero que me conheças, não quero conhecer-te
Por favor, que isto seja um sintoma de loucura
Por favor que haja medicação para isto
Por favor
Tentei não sentir
Tentei fechar os olhos do meu coração
Os que sentem mais do que qualquer parte do meu corpo
Doeu
Dói intensamente
É uma espécie de ferida que não cicatriza
Que se alimenta das palavras que não são ditas
Dos momentos que não são vividos e das mãos que não se entrelaçam
O que faço eu quando o meu estômago parece rebentar
Quando os meus olhos parecem não secar e quando a minha boca não se abre?
Ouço
Escuto as palavras que muito bem podiam ser minhas
As letras que podiam ter sido inventadas por mim
Roubo-as e dou-lhes um significado próprio
Sabe tão bem, tão mal
Queria que tivesses visto o que eu sonhei
O Que recuso a aceitar porque não tenho espaço
Porque tenho medo (?)
Quero uma explicação lógica, uma que se encaixe no puzzle que está a começar a ser preenchido
A imagem que ainda não observei vai ser completada completamente às escuras
Uma peça de mim encaixa no canto, outra no meio
Tu vais ser completado em breve
Eu sei que és tu que está estampado na caixa
és tu que vai ser acabado e depois queimado
Sou eu que vou morrer
Conheço os sintomas embora pareçam tão novos, tão frescos
A minha pele reconhece-os
Eu temo-os
São demasiado grandes para o meu corpo
Demasiado intensos para a minha pequena bomba
Ouve: eu não te quero, não te amo, não te vejo em todo o lado
Não estremeço quando ouço o teu nome, quando te vejo, quando baixo os olhos
Quando sei que olhas para mim, quando me viras as costas, quando estás ao meu lado
Não sonho contigo dentro de mim, com os teus lábios junto dos meus, com o teu odor
Não choro por ti, não grito, não penso sequer em ti
Não sei o teu nome, os teus versos, as tuas histórias
Não as quero saber
Não quero que me conheças, não quero conhecer-te
Por favor, que isto seja um sintoma de loucura
Por favor que haja medicação para isto
Por favor
abril 04, 2011
Reflecte
Respira
Fecha os olhos
Deita-te na calçada fria
Sente as pedras na tua espinha
O vento frio a sacudir o teu cabelo
Sente a noite
Sente o dia
Sorri para dentro de ti e relembra os milhões de sonhos que foram mortos
Apedrejados e esfolados
Odiados e fechados
Chora para fora e tapa os olhos fechados com as mãos
Não grites, não estará lá ninguém para te ouvir e salvar
Desespera noutra altura, mais tarde
Quando ninguém estiver a olhar
Quando ninguém estiver a julgar
Aguenta, mais uns minutos, mais umas horas, mais uns dias
Mais uns momentos no Inferno, Mais uns momentos na novela que não queres protagonizar
Novela com baixo índice de audiência
Sacode as impurezas da tua cabeça
Eu sei que elas estão coladas a ti, mas não pares
Continua a mover o teu corpo para o lado contrário do precipício
Eu preciso de ti
Preciso egoísticamente de ti
Mas se quiseres realmente saltar, dá-me a mão
Sempre quis experimentar saber como é
Sentir a dor, sentir o alívio
Ninguém faz a menor ideia do que é ter asas e não saber voar
De ter voz e de não se fazer ouvir
Respira
Fecha os olhos
Deita-te na calçada fria
Sente as pedras na tua espinha
O vento frio a sacudir o teu cabelo
Sente a noite
Sente o dia
Sorri para dentro de ti e relembra os milhões de sonhos que foram mortos
Apedrejados e esfolados
Odiados e fechados
Chora para fora e tapa os olhos fechados com as mãos
Não grites, não estará lá ninguém para te ouvir e salvar
Desespera noutra altura, mais tarde
Quando ninguém estiver a olhar
Quando ninguém estiver a julgar
Aguenta, mais uns minutos, mais umas horas, mais uns dias
Mais uns momentos no Inferno, Mais uns momentos na novela que não queres protagonizar
Novela com baixo índice de audiência
Sacode as impurezas da tua cabeça
Eu sei que elas estão coladas a ti, mas não pares
Continua a mover o teu corpo para o lado contrário do precipício
Eu preciso de ti
Preciso egoísticamente de ti
Mas se quiseres realmente saltar, dá-me a mão
Sempre quis experimentar saber como é
Sentir a dor, sentir o alívio
Ninguém faz a menor ideia do que é ter asas e não saber voar
De ter voz e de não se fazer ouvir
abril 03, 2011
O que quero eu?
Pergunta retórica que gostava que fosse respondida correctamente e depressa
As minhas mãos quentes tremem ao pensar que o impacto do meteorito detonará a minha vida
Os meus sonhos e o meu sorriso
As minhas inseguranças pulsam violentamente dentro das minhas veias, e eu sei que elas vão acabar por voltar a imergir
Fortes e imparáveis, com uma sede intensa de desespero
De tomar tudo o que é delas por direito
Eu não quero, eu preciso
De esquecer que existes ou que alguma vez irias fazer parte da minha vida
Esquecer os fantasmas que pairam sobre o meu coração e que o tentam manipular como fantoches
Colar um selo inquebrável na minha alma e cela-lo com um código que jamais alguém irá conseguir decifrar
Que eu irei esquecer, para meu bem
Eu preciso de ouvir música, preciso dos Coldplay na minha vida
Do hino adolescente da incompreensão
Tenho uma alforreca azul e cor de rosa, desde que era pequena
Está sempre perto de mim, da minha secretária e da minha parede
Está sempre imaculadamente junto de mim
Fielmente imóvel perto de mim
É a minha plateia, estrategicamente escolhida para não esculpir-me com pesadelos vivos
http://www.youtube.com/watch?v=r0U0AlLVqpk&feature=feedlik
A música que eu ouço diz o que eu sinto
As palavras que canto são as palavras que deveriam ser tatuadas no meu corpo
Bem vindos à minha vida
Podes achar que sou feliz
Mas a felicidade tem um preço e eu não estou pronta a pagá-lo
Muito menos a pedir um empréstimo a prazo
A minha história é a minha sombra
Está sempre presente, não interessa que não a veja
Persegue-me para todo o lado, silenciosa como um pena, fatal como um bala
Bela como um monstro, carinhosa como um punho
Forget the World
Forget the smiles
Forget everybody out there
Remember the day that you discovered the love
The power of the words, the day that you just want come back again
I Want Back To the day that i saw myself without any kind of fears
I Want Back To You
Pergunta retórica que gostava que fosse respondida correctamente e depressa
As minhas mãos quentes tremem ao pensar que o impacto do meteorito detonará a minha vida
Os meus sonhos e o meu sorriso
As minhas inseguranças pulsam violentamente dentro das minhas veias, e eu sei que elas vão acabar por voltar a imergir
Fortes e imparáveis, com uma sede intensa de desespero
De tomar tudo o que é delas por direito
Eu não quero, eu preciso
De esquecer que existes ou que alguma vez irias fazer parte da minha vida
Esquecer os fantasmas que pairam sobre o meu coração e que o tentam manipular como fantoches
Colar um selo inquebrável na minha alma e cela-lo com um código que jamais alguém irá conseguir decifrar
Que eu irei esquecer, para meu bem
Eu preciso de ouvir música, preciso dos Coldplay na minha vida
Do hino adolescente da incompreensão
Tenho uma alforreca azul e cor de rosa, desde que era pequena
Está sempre perto de mim, da minha secretária e da minha parede
Está sempre imaculadamente junto de mim
Fielmente imóvel perto de mim
É a minha plateia, estrategicamente escolhida para não esculpir-me com pesadelos vivos
http://www.youtube.com/watch?v=r0U0AlLVqpk&feature=feedlik
A música que eu ouço diz o que eu sinto
As palavras que canto são as palavras que deveriam ser tatuadas no meu corpo
Bem vindos à minha vida
Podes achar que sou feliz
Mas a felicidade tem um preço e eu não estou pronta a pagá-lo
Muito menos a pedir um empréstimo a prazo
A minha história é a minha sombra
Está sempre presente, não interessa que não a veja
Persegue-me para todo o lado, silenciosa como um pena, fatal como um bala
Bela como um monstro, carinhosa como um punho
Forget the World
Forget the smiles
Forget everybody out there
Remember the day that you discovered the love
The power of the words, the day that you just want come back again
I Want Back To the day that i saw myself without any kind of fears
I Want Back To You
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