Invejo quem não tem medo de viver.
novembro 21, 2011
novembro 15, 2011
E, sem prévio aviso, lá voltei à minha adolescência.
Por um breve período, que quase se tornou longo, ela andou desaparecida, talvez amuada com o meu mau humor.
Parece que voltou, e trouxe companhia.
Dizem que não devemos planear o futuro, uma vez que podemos estragar os planos este pode ter para nós.
E como querem que eu, completamente descontrolada a nível hormonal, espere sentada pelo desconhecido, que pode demorar anos a aparecer e segundos a desaparecer?
Ok, eu sou assim. Eu realmente espero que milagres aconteçam, quando tenho provas vivas de que não, eles não podem acontecer.
Mas mesmo contradiando quem eu sou, este caso é diferente.
Não vou dizer que estou feliz, uma vez que acho a felicidade subjectiva.
Há vários adjectivos que se adequam, eu diria demasiado, ao meu estado de alma, corpo e mente.
Excitada destaca-se entre todos os outros, todos ridiculamente imaturos. Meu deus, eu não quero realmente saber o que as pessoas pensam.
Se não o fiz até agora, não vou tornar a minha vida ainda mais desgastante do que ela já é, tentado agradar aos que me rodeiam.
Porque, e agora falando bem próximo de vocês, eu sei quem eu sou. E a melhor parte é que os meus verdadeiros amigos também sabem. Sendo assim, tenho de me preocupar mesmo com o quê?
Ps - Há comprimidos que consigam controlar os sintomas? Não?
Que se foda então.
Por um breve período, que quase se tornou longo, ela andou desaparecida, talvez amuada com o meu mau humor.
Parece que voltou, e trouxe companhia.
Dizem que não devemos planear o futuro, uma vez que podemos estragar os planos este pode ter para nós.
E como querem que eu, completamente descontrolada a nível hormonal, espere sentada pelo desconhecido, que pode demorar anos a aparecer e segundos a desaparecer?
Ok, eu sou assim. Eu realmente espero que milagres aconteçam, quando tenho provas vivas de que não, eles não podem acontecer.
Mas mesmo contradiando quem eu sou, este caso é diferente.
Não vou dizer que estou feliz, uma vez que acho a felicidade subjectiva.
Há vários adjectivos que se adequam, eu diria demasiado, ao meu estado de alma, corpo e mente.
Excitada destaca-se entre todos os outros, todos ridiculamente imaturos. Meu deus, eu não quero realmente saber o que as pessoas pensam.
Se não o fiz até agora, não vou tornar a minha vida ainda mais desgastante do que ela já é, tentado agradar aos que me rodeiam.
Porque, e agora falando bem próximo de vocês, eu sei quem eu sou. E a melhor parte é que os meus verdadeiros amigos também sabem. Sendo assim, tenho de me preocupar mesmo com o quê?
Ps - Há comprimidos que consigam controlar os sintomas? Não?
Que se foda então.
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