My Heart Still Beating
maio 30, 2011
maio 29, 2011
Onde há um fim há sempre um princípio
Nunca ninguém te prometeu felicidade, foste sempre tu que a procuraste
Nunca ninguém te prometeu o mundo, foste tu que encontraste um lugar nele
Nunca ninguém te disse que ias conseguir, foste tu que mesmo não alcançando continuaste a acreditar
Nunca ninguém te jurou amor eterno, foste tu que lutaste para que ele durasse eternamente
Mas
Se alguém prometeu fazer-te feliz, constrói-a com ele
Se alguém te prometeu o mundo, vive-o com a sua ajuda
Se alguém te incentivou, dedica-lhe as tuas conquistas
Se alguém jurou amar-te para sempre, por nada deste mundo deixes essa pessoa partir
Não interessa o quão ridícula sejas, desde que alguém continue a adorar cada pequeno pedaço de ti
Nunca ninguém te prometeu felicidade, foste sempre tu que a procuraste
Nunca ninguém te prometeu o mundo, foste tu que encontraste um lugar nele
Nunca ninguém te disse que ias conseguir, foste tu que mesmo não alcançando continuaste a acreditar
Nunca ninguém te jurou amor eterno, foste tu que lutaste para que ele durasse eternamente
Mas
Se alguém prometeu fazer-te feliz, constrói-a com ele
Se alguém te prometeu o mundo, vive-o com a sua ajuda
Se alguém te incentivou, dedica-lhe as tuas conquistas
Se alguém jurou amar-te para sempre, por nada deste mundo deixes essa pessoa partir
Não interessa o quão ridícula sejas, desde que alguém continue a adorar cada pequeno pedaço de ti
maio 27, 2011
Há momentos em que preciso de ouvir as verdades, outros em que preciso desesperadamente que me mintam
As mentiras podem doer, mas também curam feridas
Há momentos que se assemelham exactamente como uma música dos Coldplay
Exactamente iguais
Há momentos em que preciso de mim, outros em que quero ser toda a gente menos eu
Há momentos que parecem horas, outros segundos
Eu sei que todos os momentos são diferentes.
Que há pormenores que falham, datas que os separa
Mas porque me parecem estranhamente familiares?
E porque são eficazmente decisivos na minha vida?
As mentiras podem doer, mas também curam feridas
Há momentos que se assemelham exactamente como uma música dos Coldplay
Exactamente iguais
Há momentos em que preciso de mim, outros em que quero ser toda a gente menos eu
Há momentos que parecem horas, outros segundos
Eu sei que todos os momentos são diferentes.
Que há pormenores que falham, datas que os separa
Mas porque me parecem estranhamente familiares?
E porque são eficazmente decisivos na minha vida?
maio 25, 2011
maio 24, 2011
Acho que o significado da vida está no momento em que percebemos que ela é mais bela quando é vivida em conjunto. Ser feliz torna-se o motivo pelo qual todos os dias lutamos, e subitamente é tudo muito mais fácil quando tens alguém que enxuga as tuas lágrimas e te faz simplesmente sorrir, com palavras desajeitadas e tentativas ridículas para te animar. O estranho é que resultam. Mas dependem muito de quem vêm
maio 22, 2011
Parte 5
Estava a chover torrencialmente quando abandonaram o recinto escolar
Enquanto corriam ela tremia cada vez mais
Não de frio
Ele agarrou-lhe a mão e fez-la seguir os seus passos
Corriam como se o mundo acabasse
Sinceramente, eles não se importavam se ele estava realmente a acabar
Desde que não acabasse ali, naquela hora, para eles
Bastaram apenas 2 minutos para estarem encharcados
Mas o facto de estarem em água não era minimamente importante
Nem as pessoas que os olhavam por mais de 4 segundos
Nem o facto dele morar a mais de 10 minutos importava
A mão dele estava estranhamente quente comparada com a sua
Ela estava simplesmente feliz e com medo
Nunca se tinha apaixonado
Nunca tinha beijado um rapaz antes
Nunca tinha sentido aquela dor agradável no estômago
Continuaram a correr e os sons da cidade foram desaparecendo à medida que se aproximavam do destino
Chegaram a casa dele com um sorriso nos lábios
Com pressa de subirem as escadas
Quando ele abriu a porta puxou-a com força para dentro e fechou rapidamente a porta
Encostou-a à porta e olhou-a nos olhos enquanto engolia em seco
- Estás bem?
- Cansada. Mas nunca estive melhor
Ele sorriu e trincou-lhe o lábio
Oh como ela odiava que ele conseguisse tão facilmente pô-la nervosa
- E estás com frio ou nem por isso?
- Tens alguma coisa para eu vestir?
- Não tinha isso em mente
Ela corou e piscou os olhos. Desviou os olhos nervosamente enquanto sentia a roupa dele colar-se à dela
Ele aproveitou aquele momento para gravar a face dela na sua memória
Os olhos profundamente azuis davam vida à expressão da sua face
O cabelo liso e molhado caia-lha pelos ombros e rebeldemente a cara
Os lábios estavam lindos
Definidos por pequenas gotas pediam por serem completamente sugados
E ele quase que lhes fazia a vontade
Quase
O perfume continuava lá
Sentia-a tremer e perguntou-se porque seria
Frio ou medo. Ou ambos
Queria tanto tê-la que se tinha esquecido que eram humanos
Agarrou-lhe a mão e guiou-a pelo corredor
- Estás gelada miúda. Esqueci-me completamente que és quebravél
Piscou-lhe o olho direito e viu o peito dela bombear mais profundamente do que é costume
Sorriu novamente por dentro. Ela era dele
Sabia-o e sentia que era exactamente isso que lhe passava pela cabeça
Chegaram ao fim do corredor e subiram as escadas de madeira
Pingas corriam-lhes de todos os lados mas nada aumentou o ritmo dos seus passos
Ambos estavam demasiados nervosos para acelararem
Chegaram a uma porta de carvalho e ele abriu-a
Ela entrou e ele encostou a porta
Lentamente, ela olhou à sua volta.
Já tinha imaginado o quarto dele inúmeras vezes
Estava arrumado o que é completamente estranho
A cama era de ferro azul
Uma estante fazia contraste com a porta e era o que despertava mais atenção
Tinha uma quantidade exuberante de livros, jogos e filmes
Um guarda vestidos semi aberto estava ao seu lado, em frente a um pequeno puf em forma de bola
Ele largou-lhe a mão e abriu totalmente o guarda fatos
Vasculhou durante alguns segundos até que tirou de lá uma camisola cinzenta, que lhe deveria ficar larga
Era o suficientemente grande para ela
-Queres tomar banho antes de te vestires?
- Não é preciso. Só quero mesmo vestir alguma coisa seca
- Ok então. Eu vou tomar banho. Tens toalhas dentro daquela gaveta. Eu já volto.
Ia a sair quando subitamente se voltou. Ela sorria enquanto percepcionava melhor o cenário que a envolvia.
Rodou os membros inferiores e isso fez-la mudar de posição
Passou de descontraída para assustada
Ele agarrou-a pela cintura e beijou-a.
Os olhos de ambos fecharam-se e por momentos não pensaram claramente em nada.
Ele soltou-a e beijou.lhe o pescoço antes de bater de vez a porta.
Ela respirou fundo e sorriu. Um meigo sorriso pintou-se na sua cara e atirou-se para cima da cama.
Pegou numa das almofadas e cheirou-a. Cheirava a ele.
Fechou os olhos e recordou o que já tinha acontecido nesse dia
Isto não é um sonho, pensou ela
Eu realmente sei de cor o cheiro dele
Levantou-se e pegou numa das toalhas que imaculosamente jaziam na gaveta
Cheirou-a também e sorriu. Estava mesmo a ser infantil. Mas gostava de o ser.
Tirou rapidamente a roupa molhada e envolveu-se na toalha.
Não tinha roupa interior
Torceu os lábios e pensou no que seria sensato fazer
Talvez pudesse usar algo dele
Mas ele era rapaz
Ele tinha uma figura feminina naquela casa
Secou rapidamente o corpo e vestiu a camisola
Não era tão comprida como pensava
Aventurou-se então pela casa procurando o quarto
A primeira porta que abriu era um escritório
A segunda um quarto vazio
Na terceira encontrou o que procurava
O quarto era quase totalmente branco. Paredes, mobília, cortinas. Apenas o adregão estragava a visão celestial. Era vermelho vivo, muito bonito.
Adorou imediatamente aquela quarto.
Não se sentiu muito à vontade por mexer em coisas que não eram suas.
Antes de abrir as gavetas divertiu-se a ver algumas fotografias
A maioria eram dele. No infantário, na escola. Na praia. No Carnaval.
Passou as mãos em cada uma delas, tentando sentir os momentos gravados
Revirou os olhos e curvou-se para as gavetas.
Demorou poucos segundos a encontrar o que lhe faltava.
Tirou educadamente algumas peças e colocou-as no chão.
Tirou a camisola e vestiu um conjunto azul que surpreendentemente era do seu tamanho
Estava a acabar de ajustar uma das alças quando ele entrou
Estacou assim que a viu e pela primeira vez corou
Mas não desviou o olhar. Fitou-a religiosamente e abriu a boca para falar mas não lhe saiu nada.
Ele estava ainda de toalha e o cabelo desleixadamente belo
Nunca lhe doera tanto o peito, pensou ela
Ele era absolutamente perfeito. Absolutamente...perfeito
Ela reagiu finalmente e pegou na camisola. Vestiu-a desajeitadamente o que o fez rir
Engoliu em seco e desculpou-se
- Ahn desculpa ter mexido nas coisas da tua mãe...Só queria...tu sabes...sim.
Esperou que ele falasse mas ele continuava a fitá-la
Continuou a falar
- Tipo, eu sei que não devia ter vindo aqui, mas não queria usar roupa interior tua. Portanto achei que...queres parar de rir por favor?
Ele parecia divertido com a falta de jeito dela. Ela estava irritada.
Se ela soubesse o esforço que ele estava a fazer para não a agarrar.
Se ela sequer imaginasse a dor que os músculos dele gritavam naquele momento.
Ela estava a fazer outra vez aquele olhar. Aquele que o deixava maluco
Mas não falou. Apenas encostou-se à parede e continuou a olhá-la
Ela estava a começar a ficar nervosa.
Porque razão não dizia nada?
Estupidamente ficou com vontade chorar. Mordeu o lábio enquanto implorava aos olhos para não cederem
Por favor não me façam fazer figura de estúpida, por favor. Prometo que não vejo mais filmes românticos nos próximos anos. Mas por favor não me façam fazer figura de estúpida.
- Diz alguma coisa por favor.
Ele não tinha desviado um único momento as atenções dela. Das pernas semi nuas, do corpo coberto por uma simples camisola que rapidamente podia ser tirada. Do cabelo desgrenhado. Das mãos que não sabiam onde podiam ser colocadas.
Respirou fundo. Não a queria assustar, embora tudo aquilo fosse divertido. Sabia que tinha de a livrar da tortura que provavelmente lhe roía o interior. Queria...
- Anda comigo
Foi o que ela ouviu sair dos seus lábios. Ela limpou os olhos quando ele se virou em direcção à porta e segui-o.
Muito bem, pensava ela, ela estava calma. Muito calma. Coisas positivas. Pensa em coisas positivas. Não nele imbecil. Em outras coisas...no aquecimento global! Sim, aquecimento global...
Apetecia-lhe rir-se dela mesma. Estava quase a desmaiar e mesmo assim conseguia ser ridícula.
Entrou no quarto dele e ouviu a porta ser trancada. Ele tirou a chave e atirou-a para um canto.
Não parecia estar zangado. Viu o peito dele descer e subir muito rapidamente enquanto se dirigia para ela.
Ela foi recuando. Ele riu-se mais uma vez.
Ele achava-a completamente irresitivél. Não compreendia o que era tão atraente nela. Mas aquele ar de confusão misturado com medo era a coisa mais adorável que ele se lembrava de ter visto.
Os olhos dela lutavam para se manterem fortes mas ele sabia que bastava apenas um pequeno toque.
Um pequeno toque. Não mais.
Ele foi-se aproximando e ela fugia para algum lado. Não sabia bem, mas tinha a impressão que andava em círculos.
Ele não acelerava o passo mas mesmo assim estava cada vez mais perto dela
Ela pegou então numa almofada e agarrou-se a ela.
Ele deu uma gargalhada. Ela sorriu também.
- Vais-me bater com isso?
- Sim vou.
- É suposto ter medo?
- Eu diria que devias temer pela tua vida sim.
Ele acenou divertido com a cabeça. Continuou a aproximar-se e ela continuou a recuar.
Subitamente, ela atirou-lha e saltou para cima da cama. Tentava chegar ao outro lado mas ele agarrou-lhe uma perna e fez-la cair. Ela começou a rir e lutou contra o corpo dele que tentava cobrir o seu
- Não te atrevas a magoar-me parvo. Eu sei Kung Fu
Não sabia muito bem de onde lhe tinha saído aquilo, mas era deveras apelativo
- A sério? E aprendeste onde?
Ela sorriu e respondeu - No filme ótario.
- Logicamente claro. Tu matas-me
Começou a fazer-lhe cócegas na barriga e ela começou a gritar enquanto implorava para ele parar.
- Pára imediatamente!
- Se parar bates-me certo?
- Não, prometo que não te bato. Mas pára.
Estavam ambos cansados e respiravam com dificuldade. Ele parou e deitou-se ao seu lado.
Ela esperou que ele relaxasse para lhe dar um soco na barriga e fugir para o outro lado do quarto.
Queria brincar. Ele sabia brincar.
- Prometeste que não me ias bater sacana.
Ela sorriu e fez um ar inocente para responder
- Não foi intencional.
- Claro que não foi. Foi só um reflexo.
- Exacto. Acontece-me muitas vezes.
- A mim também acontecem coisas estranhas.
-Tipo o quê?
-Já que perguntaste.
Levantou-se subitamente e foi em direcção a ela. Ela tentou correr mas ele apanhou-a antes que ela se afastasse. Agarrou-a com força e pressionou-a contra o armário.
Beijou-lhe o pescoço antes de o mordiscar e de a ouvir gemer
O peito dela parecia prestes a arrebentar. Era bom sinal, pensou ele.
Sentiu-se extasiado e com dores
Baixou a cabeça e percorreu o resto do corpo com as mãos.
Experimentou um pedaço do corpo dela mas queria mais
Ela empurrou-o e ele estupidamente deixou
Sorriu-lhe e agarrou-lhe o abdómen
Trocaram de lugares e desta vez foi ela quem o empurrou
Ele olhava para ela, impaciente, expectante
Ela não sorria e parecia vacilante
Mas manteve-se forte e beijou-o intensamente. Mordeu-lhe o lábio e ouvi-o rir
Largou os seus lábios e desceu suavemente para o pescoço. A maça de Adão parecia vacilar.
Chupou o pescoço devagar, primeiro num ponto, depois noutro
Ele gemeu quando uns dentes trincaram-lhe novamente o lábio
Quando os fizeram sangrar
Nenhum deles se importou.
Ele obrigou-a a beijá-lo e pegou nela.
As pernas dela enrolaram-se à volta da sua cintura
Empurrou-a contra a porta e tirou-lhe a camisola
Doía-lhe tanto o peito que se recusou a recuar
Continuou a beijá-la e finalmente deitou-a na cama
Enquanto corriam ela tremia cada vez mais
Não de frio
Ele agarrou-lhe a mão e fez-la seguir os seus passos
Corriam como se o mundo acabasse
Sinceramente, eles não se importavam se ele estava realmente a acabar
Desde que não acabasse ali, naquela hora, para eles
Bastaram apenas 2 minutos para estarem encharcados
Mas o facto de estarem em água não era minimamente importante
Nem as pessoas que os olhavam por mais de 4 segundos
Nem o facto dele morar a mais de 10 minutos importava
A mão dele estava estranhamente quente comparada com a sua
Ela estava simplesmente feliz e com medo
Nunca se tinha apaixonado
Nunca tinha beijado um rapaz antes
Nunca tinha sentido aquela dor agradável no estômago
Continuaram a correr e os sons da cidade foram desaparecendo à medida que se aproximavam do destino
Chegaram a casa dele com um sorriso nos lábios
Com pressa de subirem as escadas
Quando ele abriu a porta puxou-a com força para dentro e fechou rapidamente a porta
Encostou-a à porta e olhou-a nos olhos enquanto engolia em seco
- Estás bem?
- Cansada. Mas nunca estive melhor
Ele sorriu e trincou-lhe o lábio
Oh como ela odiava que ele conseguisse tão facilmente pô-la nervosa
- E estás com frio ou nem por isso?
- Tens alguma coisa para eu vestir?
- Não tinha isso em mente
Ela corou e piscou os olhos. Desviou os olhos nervosamente enquanto sentia a roupa dele colar-se à dela
Ele aproveitou aquele momento para gravar a face dela na sua memória
Os olhos profundamente azuis davam vida à expressão da sua face
O cabelo liso e molhado caia-lha pelos ombros e rebeldemente a cara
Os lábios estavam lindos
Definidos por pequenas gotas pediam por serem completamente sugados
E ele quase que lhes fazia a vontade
Quase
O perfume continuava lá
Sentia-a tremer e perguntou-se porque seria
Frio ou medo. Ou ambos
Queria tanto tê-la que se tinha esquecido que eram humanos
Agarrou-lhe a mão e guiou-a pelo corredor
- Estás gelada miúda. Esqueci-me completamente que és quebravél
Piscou-lhe o olho direito e viu o peito dela bombear mais profundamente do que é costume
Sorriu novamente por dentro. Ela era dele
Sabia-o e sentia que era exactamente isso que lhe passava pela cabeça
Chegaram ao fim do corredor e subiram as escadas de madeira
Pingas corriam-lhes de todos os lados mas nada aumentou o ritmo dos seus passos
Ambos estavam demasiados nervosos para acelararem
Chegaram a uma porta de carvalho e ele abriu-a
Ela entrou e ele encostou a porta
Lentamente, ela olhou à sua volta.
Já tinha imaginado o quarto dele inúmeras vezes
Estava arrumado o que é completamente estranho
A cama era de ferro azul
Uma estante fazia contraste com a porta e era o que despertava mais atenção
Tinha uma quantidade exuberante de livros, jogos e filmes
Um guarda vestidos semi aberto estava ao seu lado, em frente a um pequeno puf em forma de bola
Ele largou-lhe a mão e abriu totalmente o guarda fatos
Vasculhou durante alguns segundos até que tirou de lá uma camisola cinzenta, que lhe deveria ficar larga
Era o suficientemente grande para ela
-Queres tomar banho antes de te vestires?
- Não é preciso. Só quero mesmo vestir alguma coisa seca
- Ok então. Eu vou tomar banho. Tens toalhas dentro daquela gaveta. Eu já volto.
Ia a sair quando subitamente se voltou. Ela sorria enquanto percepcionava melhor o cenário que a envolvia.
Rodou os membros inferiores e isso fez-la mudar de posição
Passou de descontraída para assustada
Ele agarrou-a pela cintura e beijou-a.
Os olhos de ambos fecharam-se e por momentos não pensaram claramente em nada.
Ele soltou-a e beijou.lhe o pescoço antes de bater de vez a porta.
Ela respirou fundo e sorriu. Um meigo sorriso pintou-se na sua cara e atirou-se para cima da cama.
Pegou numa das almofadas e cheirou-a. Cheirava a ele.
Fechou os olhos e recordou o que já tinha acontecido nesse dia
Isto não é um sonho, pensou ela
Eu realmente sei de cor o cheiro dele
Levantou-se e pegou numa das toalhas que imaculosamente jaziam na gaveta
Cheirou-a também e sorriu. Estava mesmo a ser infantil. Mas gostava de o ser.
Tirou rapidamente a roupa molhada e envolveu-se na toalha.
Não tinha roupa interior
Torceu os lábios e pensou no que seria sensato fazer
Talvez pudesse usar algo dele
Mas ele era rapaz
Ele tinha uma figura feminina naquela casa
Secou rapidamente o corpo e vestiu a camisola
Não era tão comprida como pensava
Aventurou-se então pela casa procurando o quarto
A primeira porta que abriu era um escritório
A segunda um quarto vazio
Na terceira encontrou o que procurava
O quarto era quase totalmente branco. Paredes, mobília, cortinas. Apenas o adregão estragava a visão celestial. Era vermelho vivo, muito bonito.
Adorou imediatamente aquela quarto.
Não se sentiu muito à vontade por mexer em coisas que não eram suas.
Antes de abrir as gavetas divertiu-se a ver algumas fotografias
A maioria eram dele. No infantário, na escola. Na praia. No Carnaval.
Passou as mãos em cada uma delas, tentando sentir os momentos gravados
Revirou os olhos e curvou-se para as gavetas.
Demorou poucos segundos a encontrar o que lhe faltava.
Tirou educadamente algumas peças e colocou-as no chão.
Tirou a camisola e vestiu um conjunto azul que surpreendentemente era do seu tamanho
Estava a acabar de ajustar uma das alças quando ele entrou
Estacou assim que a viu e pela primeira vez corou
Mas não desviou o olhar. Fitou-a religiosamente e abriu a boca para falar mas não lhe saiu nada.
Ele estava ainda de toalha e o cabelo desleixadamente belo
Nunca lhe doera tanto o peito, pensou ela
Ele era absolutamente perfeito. Absolutamente...perfeito
Ela reagiu finalmente e pegou na camisola. Vestiu-a desajeitadamente o que o fez rir
Engoliu em seco e desculpou-se
- Ahn desculpa ter mexido nas coisas da tua mãe...Só queria...tu sabes...sim.
Esperou que ele falasse mas ele continuava a fitá-la
Continuou a falar
- Tipo, eu sei que não devia ter vindo aqui, mas não queria usar roupa interior tua. Portanto achei que...queres parar de rir por favor?
Ele parecia divertido com a falta de jeito dela. Ela estava irritada.
Se ela soubesse o esforço que ele estava a fazer para não a agarrar.
Se ela sequer imaginasse a dor que os músculos dele gritavam naquele momento.
Ela estava a fazer outra vez aquele olhar. Aquele que o deixava maluco
Mas não falou. Apenas encostou-se à parede e continuou a olhá-la
Ela estava a começar a ficar nervosa.
Porque razão não dizia nada?
Estupidamente ficou com vontade chorar. Mordeu o lábio enquanto implorava aos olhos para não cederem
Por favor não me façam fazer figura de estúpida, por favor. Prometo que não vejo mais filmes românticos nos próximos anos. Mas por favor não me façam fazer figura de estúpida.
- Diz alguma coisa por favor.
Ele não tinha desviado um único momento as atenções dela. Das pernas semi nuas, do corpo coberto por uma simples camisola que rapidamente podia ser tirada. Do cabelo desgrenhado. Das mãos que não sabiam onde podiam ser colocadas.
Respirou fundo. Não a queria assustar, embora tudo aquilo fosse divertido. Sabia que tinha de a livrar da tortura que provavelmente lhe roía o interior. Queria...
- Anda comigo
Foi o que ela ouviu sair dos seus lábios. Ela limpou os olhos quando ele se virou em direcção à porta e segui-o.
Muito bem, pensava ela, ela estava calma. Muito calma. Coisas positivas. Pensa em coisas positivas. Não nele imbecil. Em outras coisas...no aquecimento global! Sim, aquecimento global...
Apetecia-lhe rir-se dela mesma. Estava quase a desmaiar e mesmo assim conseguia ser ridícula.
Entrou no quarto dele e ouviu a porta ser trancada. Ele tirou a chave e atirou-a para um canto.
Não parecia estar zangado. Viu o peito dele descer e subir muito rapidamente enquanto se dirigia para ela.
Ela foi recuando. Ele riu-se mais uma vez.
Ele achava-a completamente irresitivél. Não compreendia o que era tão atraente nela. Mas aquele ar de confusão misturado com medo era a coisa mais adorável que ele se lembrava de ter visto.
Os olhos dela lutavam para se manterem fortes mas ele sabia que bastava apenas um pequeno toque.
Um pequeno toque. Não mais.
Ele foi-se aproximando e ela fugia para algum lado. Não sabia bem, mas tinha a impressão que andava em círculos.
Ele não acelerava o passo mas mesmo assim estava cada vez mais perto dela
Ela pegou então numa almofada e agarrou-se a ela.
Ele deu uma gargalhada. Ela sorriu também.
- Vais-me bater com isso?
- Sim vou.
- É suposto ter medo?
- Eu diria que devias temer pela tua vida sim.
Ele acenou divertido com a cabeça. Continuou a aproximar-se e ela continuou a recuar.
Subitamente, ela atirou-lha e saltou para cima da cama. Tentava chegar ao outro lado mas ele agarrou-lhe uma perna e fez-la cair. Ela começou a rir e lutou contra o corpo dele que tentava cobrir o seu
- Não te atrevas a magoar-me parvo. Eu sei Kung Fu
Não sabia muito bem de onde lhe tinha saído aquilo, mas era deveras apelativo
- A sério? E aprendeste onde?
Ela sorriu e respondeu - No filme ótario.
- Logicamente claro. Tu matas-me
Começou a fazer-lhe cócegas na barriga e ela começou a gritar enquanto implorava para ele parar.
- Pára imediatamente!
- Se parar bates-me certo?
- Não, prometo que não te bato. Mas pára.
Estavam ambos cansados e respiravam com dificuldade. Ele parou e deitou-se ao seu lado.
Ela esperou que ele relaxasse para lhe dar um soco na barriga e fugir para o outro lado do quarto.
Queria brincar. Ele sabia brincar.
- Prometeste que não me ias bater sacana.
Ela sorriu e fez um ar inocente para responder
- Não foi intencional.
- Claro que não foi. Foi só um reflexo.
- Exacto. Acontece-me muitas vezes.
- A mim também acontecem coisas estranhas.
-Tipo o quê?
-Já que perguntaste.
Levantou-se subitamente e foi em direcção a ela. Ela tentou correr mas ele apanhou-a antes que ela se afastasse. Agarrou-a com força e pressionou-a contra o armário.
Beijou-lhe o pescoço antes de o mordiscar e de a ouvir gemer
O peito dela parecia prestes a arrebentar. Era bom sinal, pensou ele.
Sentiu-se extasiado e com dores
Baixou a cabeça e percorreu o resto do corpo com as mãos.
Experimentou um pedaço do corpo dela mas queria mais
Ela empurrou-o e ele estupidamente deixou
Sorriu-lhe e agarrou-lhe o abdómen
Trocaram de lugares e desta vez foi ela quem o empurrou
Ele olhava para ela, impaciente, expectante
Ela não sorria e parecia vacilante
Mas manteve-se forte e beijou-o intensamente. Mordeu-lhe o lábio e ouvi-o rir
Largou os seus lábios e desceu suavemente para o pescoço. A maça de Adão parecia vacilar.
Chupou o pescoço devagar, primeiro num ponto, depois noutro
Ele gemeu quando uns dentes trincaram-lhe novamente o lábio
Quando os fizeram sangrar
Nenhum deles se importou.
Ele obrigou-a a beijá-lo e pegou nela.
As pernas dela enrolaram-se à volta da sua cintura
Empurrou-a contra a porta e tirou-lhe a camisola
Doía-lhe tanto o peito que se recusou a recuar
Continuou a beijá-la e finalmente deitou-a na cama
maio 21, 2011
maio 20, 2011
Sempre que escuto o que o meu coração grita
Acabo despedaçada numa avenida qualquer
Sem mapa, sem água
Vaguei-o vagabunda num completo preto personificado em mundo
Tenho a maquilhagem borratada, as roupas amaçadas e o cabelo sem brilho
O som frágil da minha alma ecoa em cada paço que dou e cada paço torna-se mais complicado de ser feito à medida que me aproximo de onde vim
De onde morri subitamente e ainda mais estranhamente levantei-me
Não estranhem se andar sempre com o MP4 ligado ao meu cérebro
É ele que mantém os meus pulsos inteiros e o meu corpo sincronizado
Agradeço-lhe o facto de fisicamente ainda estar jovem
Mas continuando a caminhada,
As sombras das árvores são como paisagem característica do meu estilo renascentista
O que adequei a cada suspiro das minhas mãos
A cada doença da minha pele
A cada loucura dos meus músculos
A cada padecimento do meu coração
A cada esperança do meu cérebro
Enquanto ando, vou deixando um rasto de mim
Um sapato perto da pedra
Uma lágrima junto das folhas
Um pedaço no pó
E prometo que será o último
Prometo o mesmo nos pedaços seguintes
E se desistisse?
Se pedisse ajuda?
E se mergulhasse na água e não tentasse oferecer resistência?
Tudo melhoraria de certa forma
A dor psíquica deixaria de atormentar os meus sonhos
Conseguiria finalmente descansar
Mas parece que gosto de sofrer
Masoquismo deve ser o meu nome do meio
Cortem ao meio o vosso desejo de posse e sintam o vosso sangue coagular
É bom não é?
Devo ser a única que gosta de ser a boneca de pano nas mãos de uma criança de 5 anos
Estou longe, muito longe
Deixei de contar os dias que me afastei
Os dias que te amei
Acabo despedaçada numa avenida qualquer
Sem mapa, sem água
Vaguei-o vagabunda num completo preto personificado em mundo
Tenho a maquilhagem borratada, as roupas amaçadas e o cabelo sem brilho
O som frágil da minha alma ecoa em cada paço que dou e cada paço torna-se mais complicado de ser feito à medida que me aproximo de onde vim
De onde morri subitamente e ainda mais estranhamente levantei-me
Não estranhem se andar sempre com o MP4 ligado ao meu cérebro
É ele que mantém os meus pulsos inteiros e o meu corpo sincronizado
Agradeço-lhe o facto de fisicamente ainda estar jovem
Mas continuando a caminhada,
As sombras das árvores são como paisagem característica do meu estilo renascentista
O que adequei a cada suspiro das minhas mãos
A cada doença da minha pele
A cada loucura dos meus músculos
A cada padecimento do meu coração
A cada esperança do meu cérebro
Enquanto ando, vou deixando um rasto de mim
Um sapato perto da pedra
Uma lágrima junto das folhas
Um pedaço no pó
E prometo que será o último
Prometo o mesmo nos pedaços seguintes
E se desistisse?
Se pedisse ajuda?
E se mergulhasse na água e não tentasse oferecer resistência?
Tudo melhoraria de certa forma
A dor psíquica deixaria de atormentar os meus sonhos
Conseguiria finalmente descansar
Mas parece que gosto de sofrer
Masoquismo deve ser o meu nome do meio
Cortem ao meio o vosso desejo de posse e sintam o vosso sangue coagular
É bom não é?
Devo ser a única que gosta de ser a boneca de pano nas mãos de uma criança de 5 anos
Estou longe, muito longe
Deixei de contar os dias que me afastei
Os dias que te amei
Há pessoas que querem e têm
Outras que simplesmente querem e sentam-se, esperando o dia em que um belo e impossível milagre irá acontecer-lhes
Se não andares não chegas onde queres estar
Se queres que os teus sonhos se realizem, não escrevas só sobre eles
Representa-os no mundo
Larga o computador e vai para a chuva
Corre até onde o teu coração quiser
Se ele acredita, porque razão não irás tu acreditar?
E lembra-te: só és um perdedor se agires como um
Independentemente do que poder acontecer, há uma vitória por detrás de cada fracasso
Um sorriso pronto a tapar uma lágrima
Inspira os que estão à tua volta
Não precisas de ser um super herói para fazer alguém feliz
Outras que simplesmente querem e sentam-se, esperando o dia em que um belo e impossível milagre irá acontecer-lhes
Se não andares não chegas onde queres estar
Se queres que os teus sonhos se realizem, não escrevas só sobre eles
Representa-os no mundo
Larga o computador e vai para a chuva
Corre até onde o teu coração quiser
Se ele acredita, porque razão não irás tu acreditar?
E lembra-te: só és um perdedor se agires como um
Independentemente do que poder acontecer, há uma vitória por detrás de cada fracasso
Um sorriso pronto a tapar uma lágrima
Inspira os que estão à tua volta
Não precisas de ser um super herói para fazer alguém feliz
maio 19, 2011
Coragem é não ter medo de amar
Amar é não ter medo de dar
Dar é não ter medo de perder
Perder é desistir
Desistir é não acreditar
Mas acreditar é lutar
Lutar é querer
Querer é olhar mais longe
Olhar para o futuro
O futuro em que eu e tu seremos apenas um
Amar é não ter medo de dar
Dar é não ter medo de perder
Perder é desistir
Desistir é não acreditar
Mas acreditar é lutar
Lutar é querer
Querer é olhar mais longe
Olhar para o futuro
O futuro em que eu e tu seremos apenas um
Posso não ser corajosa
Pode ter medo
Posso desistir
Posso não lutar
Mas não há um único dia que não te queira
Um único dia em que não te procure
Um único dia em que não sinta o meu coração saltar
Um único dia
maio 17, 2011
O que para ti são segundos
Para mim é uma eternidade
E quando foges de mim é tudo demasiado ao estilo de Hollywood
Demasiado lento, demasiado doloroso, demasiado desnecessário
E então volto ao princípio que tento esquecer
Que está suavemente a desaparecer
Mas que volta a ser rude e grosso
E que mata mais um bocadinho do que eu penso ser o que me define
Se isto fosse um livro, o autor seria o Nicholas Sparks
A história seria vaga mas arrepiante
Melancólica e com um final triste
Mas lembraria-me mais rapidamente do meio do livro do que do fim
Daria mais valor às incertezas do que às tristezas
Como sempre, finjo o que sinto
Escondo as verdades e pinto-as com uma cor alegre para o mundo
O pior é que a tinta não é permanente e quando estou sozinha ela devaneia-se com a ajuda das minhas lágrimas
Dá muito trabalho pintá-las todos os dias
Muito mesmo.
Para mim é uma eternidade
E quando foges de mim é tudo demasiado ao estilo de Hollywood
Demasiado lento, demasiado doloroso, demasiado desnecessário
E então volto ao princípio que tento esquecer
Que está suavemente a desaparecer
Mas que volta a ser rude e grosso
E que mata mais um bocadinho do que eu penso ser o que me define
Se isto fosse um livro, o autor seria o Nicholas Sparks
A história seria vaga mas arrepiante
Melancólica e com um final triste
Mas lembraria-me mais rapidamente do meio do livro do que do fim
Daria mais valor às incertezas do que às tristezas
Como sempre, finjo o que sinto
Escondo as verdades e pinto-as com uma cor alegre para o mundo
O pior é que a tinta não é permanente e quando estou sozinha ela devaneia-se com a ajuda das minhas lágrimas
Dá muito trabalho pintá-las todos os dias
Muito mesmo.
maio 14, 2011
Eu decido o que quero.
E se te quero hoje, quero
Se amanha te quero esquecer, esqueço
Se quero pensar em ti, penso.
Se quero sonhar contigo, sonho
A única coisa que não posso controlar é o que sinto.
Se te quero hoje, isso implica quase obrigatóriamente que te queira amanha.
Se penso em ti hoje, isso significa que fazes parte da minha existência
Se porventura sonhar contigo hoje, é-me impossível deixar de pensar em ti
Se eu tivesse controlo sobre o que sinto...
E se te quero hoje, quero
Se amanha te quero esquecer, esqueço
Se quero pensar em ti, penso.
Se quero sonhar contigo, sonho
A única coisa que não posso controlar é o que sinto.
Se te quero hoje, isso implica quase obrigatóriamente que te queira amanha.
Se penso em ti hoje, isso significa que fazes parte da minha existência
Se porventura sonhar contigo hoje, é-me impossível deixar de pensar em ti
Se eu tivesse controlo sobre o que sinto...
As pessoas que se isolam sofrem
Não em silêncio. Pequenos sinais são dados todos os dias
Todos têm a capacidade de captá-los e mudar o rumo de uma história dada como certa
Mas nem todos gostam de finais felizes
Melhor dizendo, nem todos gostam que os outros tenham finais felizes
Enquanto espero que o mundo perceba, ouço John Mayer
De vez em quando ligo a televisão, mas da maneira como as coisas estão prefiro apagá-la no minuto seguinte
E agora, quase a adormecer, entendo o que a solidão tem de bom
Não conhecemos para criticar
Não sabemos para falar
Não nos desiludimos com alguém que pensamos ser a nossa alma
Não somos traídos depois de entregar a nossa vida a alguém
Não vivemos para ninguém ou por alguém
Somos apenas nós e o mundo. O mundo e nós
E enquanto ele vai girando, tentamos agarrar-nos para não cair
Para não sentir a pedra dura na nossa pele
E simplesmente tudo se vai simplificando quando dependemos apenas de nós para rir ou chorar
Para decidir o amanhã e rever o passado
"Precisam-se actores para a merda da minha vida"
E depois reparo no maravilhoso cenário que nunca conseguiria ver se não estivesse só
Pequenos detalhes que me escapam diariamente, que se evaporam mesmo na minha frente
Mas que sempre estiveram lá
Agora que estou prestes a adormecer, sinto-me feliz
Sei que vou ter de voltar a acordar em breve, mas o futuro não me incomoda
Sei que ele depende de mim e não do destino
Quando chegar a hora de escolher um caminho
Eu estarei lá
Com um vestido azul e batom vermelho
Uma malinha de conchas e All Stars
Vou rodopiar, saltitar, cantar e correr
Vou apanhá-lo antes que ele me apanhe a mim
Não em silêncio. Pequenos sinais são dados todos os dias
Todos têm a capacidade de captá-los e mudar o rumo de uma história dada como certa
Mas nem todos gostam de finais felizes
Melhor dizendo, nem todos gostam que os outros tenham finais felizes
Enquanto espero que o mundo perceba, ouço John Mayer
De vez em quando ligo a televisão, mas da maneira como as coisas estão prefiro apagá-la no minuto seguinte
E agora, quase a adormecer, entendo o que a solidão tem de bom
Não conhecemos para criticar
Não sabemos para falar
Não nos desiludimos com alguém que pensamos ser a nossa alma
Não somos traídos depois de entregar a nossa vida a alguém
Não vivemos para ninguém ou por alguém
Somos apenas nós e o mundo. O mundo e nós
E enquanto ele vai girando, tentamos agarrar-nos para não cair
Para não sentir a pedra dura na nossa pele
E simplesmente tudo se vai simplificando quando dependemos apenas de nós para rir ou chorar
Para decidir o amanhã e rever o passado
"Precisam-se actores para a merda da minha vida"
E depois reparo no maravilhoso cenário que nunca conseguiria ver se não estivesse só
Pequenos detalhes que me escapam diariamente, que se evaporam mesmo na minha frente
Mas que sempre estiveram lá
Agora que estou prestes a adormecer, sinto-me feliz
Sei que vou ter de voltar a acordar em breve, mas o futuro não me incomoda
Sei que ele depende de mim e não do destino
Quando chegar a hora de escolher um caminho
Eu estarei lá
Com um vestido azul e batom vermelho
Uma malinha de conchas e All Stars
Vou rodopiar, saltitar, cantar e correr
Vou apanhá-lo antes que ele me apanhe a mim
maio 13, 2011
Espero mais de certas pessoas do que de outras
Por isso é que algumas magoam mais
Outras menos
Porque no meu coração ocupam lugares diferentes
O grau de exigência é completamente diferente
Pensei que fosse claro. Mas é óbvio que não o é
Quando falas e não te ouvem, dói
Quando tornas a falar e nada muda, dói
E quando algo muda, mas não a teu favor, chega
Arranjem um novo divertimento porque eu vou fechar para férias
Volto a reabrir quando começarem a dar valor àquilo que possuem
Como sempre estive aqui, para tudo, posso simplesmente deixar de estar
E como sempre precisei de vocês...a verdade é que sempre irei precisar
Já faz parte da minha personalidade
Mas eu sou óptima a esconder o que sinto
maio 10, 2011
Neste momento, não consigo acabar o que comecei
Não tenho sanidade para fazê-lo, e peço desculpa por desiludir alguém
A verdade é que ele ao roubar-me a definição, levou com ele a minha forma de escrever
E vou ter de reencontrá-la
Pode estar a quilómetros de distância
Pode estar bem sentada junto de mim
Perdi temporariamente o tacto pelas palavras
Os olhos fecham mais rapidamente do que desejava
E a luta cessa muito antes do que era suposto
Isto não sou eu a comunicar, sou eu a divagar
E não costuma(va) acontecer
Normalmente eu sei o que quero contar
Sei que história tenho de imortalizar, representar
Mas desta vez sinto-me limitada
E o que antes era meu agora é banalmente narrativo
E eu não gosto
Quero o meu estilo pessoal de volta!
Imbecil, devolve-mo imediatamente antes que te parta a boca toda.
Actos heróicos do século 17 acabaram há 4 séculos atrás, portanto arranja uma nova vida e liberta a minha
Porque embora eu não precise dela, ela é o que me ajuda a continuar em frente
E não tens o direito sequer de avista-la
De tocar-lhe ou lê-la
Tens apenas o direito de despedaçar o meu coração e pisá-lo animadamente
E com um sorriso na cara, corres em direcção ao horizonte ironicamente desenhado à minha frente
Odeio-te e se isso te faz feliz ainda bem
Eu choro por ti e por mim
maio 09, 2011
Há centenas de pessoas que sabem o meu nome
Poucas que conhecem o que ele significa
Centenas dizem-no
Poucas se iluminam quando o ouvem
Centenas já me viram
Poucas são as que se lembram do primeiro dia
Não quero algo real nem belo
Quero-te a ti
Não és perfeito, mas há momentos em que o meu coração acha que sim
E outros em que ele acha que deves ser rapidamente fuzilado. Portanto acho-o demente, não confio nele
Algumas pessoas têm de apreender que não sabem quem eu sou
Que não é a música que ouço que me define
Ou a roupa que uso que diz o tamanho do meu coração
Opiniões não são factos
Teorias estão longe de se transformarem em definições
Portanto, continua coma tua estupidez que eu continuo com a minha alma destroçada
Acho uma troca justa
maio 01, 2011
Na escola ensinam-me matemática
Coisa que eu odeio
Ensinam-me a somar, a multiplicar
A falar outras línguas
A saber teorias
A conhecer nomes
Verbos
Livros e títulos
Tudo isto é considerado essencial para o meu futuro
Todas as horas que desperdiço num mundo que não é meu são o que vão-me dar um emprego, dizem eles
Se eu não sobreviver até lá, isto terá sido um desperdício de tempo
Na escola, não me ensinam a amar
A perdoar ou a aceitar
A ultrapassar
A ignorar
A saber o que fazer em momentos complicados
A observar o que me rodeia e a tirar as conclusões que me permitem continuar a acreditar
Não me ensinam a sonhar
Não me ensinam a sentir
Ou, mais importante, deixar de o fazer
Eu tenho uma escola 24horas por dia
Não pago propinas
Não compro livros nem material escolar
Tenho muitos professores, mas eu mesma também lesiono
A escola onde eu realmente preciso de andar está sempre aberta
Não me expulsa das salas
Eu saio quando entendo, com a promessa de voltar
Tem um nome invulgar e sentido
É pequeno, mas transmite alegria e esperança
Ou tristeza, consoante o dia
A escola Chama-se Vida
Tem muitos alunos
Cruzo-me com poucos, mas os que cruzam-se comigo são os essenciais
O que tornam-se os meus professores e também subordinados
Nesta escola, completas o que falta e completam-te com o que te falta
É muito real, sim. Tem muito drama, sim.
Mas é o local onde fui educada, portanto, aprendia a aceitá-la.
Quem não o faz não aproveita o que ela dá
E porventura perde a essência de existir
Na minha humilde opinião, isto é mais importante para o meu futuro do que horários e disciplinas categoricamente escolhidas
Isto vai-me fazer, sobreviver claro, mais mais importante, saber viver
Coisa que eu odeio
Ensinam-me a somar, a multiplicar
A falar outras línguas
A saber teorias
A conhecer nomes
Verbos
Livros e títulos
Tudo isto é considerado essencial para o meu futuro
Todas as horas que desperdiço num mundo que não é meu são o que vão-me dar um emprego, dizem eles
Se eu não sobreviver até lá, isto terá sido um desperdício de tempo
Na escola, não me ensinam a amar
A perdoar ou a aceitar
A ultrapassar
A ignorar
A saber o que fazer em momentos complicados
A observar o que me rodeia e a tirar as conclusões que me permitem continuar a acreditar
Não me ensinam a sonhar
Não me ensinam a sentir
Ou, mais importante, deixar de o fazer
Eu tenho uma escola 24horas por dia
Não pago propinas
Não compro livros nem material escolar
Tenho muitos professores, mas eu mesma também lesiono
A escola onde eu realmente preciso de andar está sempre aberta
Não me expulsa das salas
Eu saio quando entendo, com a promessa de voltar
Tem um nome invulgar e sentido
É pequeno, mas transmite alegria e esperança
Ou tristeza, consoante o dia
A escola Chama-se Vida
Tem muitos alunos
Cruzo-me com poucos, mas os que cruzam-se comigo são os essenciais
O que tornam-se os meus professores e também subordinados
Nesta escola, completas o que falta e completam-te com o que te falta
É muito real, sim. Tem muito drama, sim.
Mas é o local onde fui educada, portanto, aprendia a aceitá-la.
Quem não o faz não aproveita o que ela dá
E porventura perde a essência de existir
Na minha humilde opinião, isto é mais importante para o meu futuro do que horários e disciplinas categoricamente escolhidas
Isto vai-me fazer, sobreviver claro, mais mais importante, saber viver
Ok, hoje é o primeiro dia de maio.
Maio!!! Falta 1 mezinho para as aulas acabarem, finalmente!
Bom, hoje é também o dia da mãe.
Não é um dia que me seja querido ou que me perturbe. Normalmente até me esqueço dele.
Mas apetece-me falar sobre isso.
Vivo com os meus avós, pessoas que fazem tudo por mim, que infelizmente têm uma mentalidade imprópria e que ainda mais infelizmente sofrem por mim.
Amo-os porque são o pouco que me resta, mas odeio-os por nunca me entenderem.
Não falamos, trocamos apenas algumas impressões necessárias. Não sei se posso chamar a isto de relação familiar.
A culpa não é deles. Diria que 90% dela é minha e da minha personalidade furibunda.
Mas os 10% também pesam na minha vida, e digo sinceramente que não são destinados inteiramente aos meus avós.
Não tenho pais, por infortuna da vida, por culpa deles, por culpa do mundo
Não os tenho. Não vou lamentar-me por uma vida que nunca conheci.
Não está em mim fazer isso.
Sinto falta de coisas normais que nunca tive, mas mesmo assim sinto falta.
Sinto-me pequena neste momento. Sinto que os meus 163 centímetros são uma ilusão, um engano
Estou a ouvir Take That
Estou deitada na minha cama. Ainda não fui tomar banho porque estou deprimida com muita coisa e pareceu-me mais sensato divagar do que tratar de mim.
O que demonstra o meu estado insano. E que no fim de contas é quem eu sou.
Não quero que digam que escrevo bem. Porque não o sinto
Não quero que tenham pena de mim. Porque eu não tenho pena
Ei, mãe, daqui é a Paula. Não sei se te lembras, mas há 16 anos e 10 meses estiveste num hospital
Esvaias-te-te em sangue e deste um novo ser ao mundo. Acho que esse sou eu.
Está tudo bem comigo. Tenho notas razoáveis, sim, não te preocupes. Ah pois, desculpa, esqueci-me que não te preocupas.
Tenho comido. Vomitei um dia destes, mas as coisas têm melhorado significantemente
Vi ontem o Harry Potter e as Relíquias da morte parte 1. Sim, adorei. Tenho pena que já acabe este ano. Mas pronto
Não tenho chorado sem motivo, se isso te consola, também não choro por ti
Hoje está a chover. Detesto chuva na Primavera.
Estou doente, mas não deve ser a minha causa de morte. Portanto a boa notícia é que vais poupar uns eurinhos no ramo de flores.
O mau é que vou continuar a existir. Oops, nem tudo pode ser perfeito certo?
Ah, o meu primo, não conheces claro, mas está mesmo grande. Fui eu que o ajudei a crescer e a educar. Não que saibas o que é isso, mas digo-te que o sentimento é mesmo muito bom. Acho que, espera, eu sei o nome...amor sim.
Amo-o completamente. E ele também me ama, isso é o melhor de tudo.
Tenho exames este ano. Provavelmente não vou conseguir estudar, como não o consigo fazer nos últimos meses. O que significa que ou sou espectacular ou estúpida.
Ou ambos
Tenho lido artigos Nazis. São interessantes, embora ninguém o entenda.
O mundo julga mais depressa do que compreende, óbvio.
Ah...acho que estou apaixonada. Ou quase a estar, ainda é muito confuso.
É mais um desilusão para somar à caixinha.
Tenho menos complexos do que tinha há uns meses atrás.
Sim, acho que eles podem voltar a surgir a qualquer momento, mas não vamos falar de coisas tristes por amor de Deus.
Ah, e és o motivo pela qual não acredito em Deus. Ou digo não acreditar
Espero que te sintas melhor por teres um impacto na minha vida. Uau
Não sei porque estou a escrever isto, mas a ironia sabe tão bem que não arranjo um motivo para parar
Hoje não tive pensamentos suicidas. É uma boa notícia
Hoje tive uma pequena desilusão. É uma boa notícia. Não foi grande.
Mas está tudo bem comigo.
Acho que deduzes rapidamente que a minha felicidade é de uma proporção fantástica
Espero que estejas igualmente bem. E que morras num futuro próximo.
Era algo que ajudava.
Sim, quero que morras. Porque arruinaste a minha vida. E tu não tens uma, portanto, não sei, faz como entenderes.
O Porto foi campeão este ano. Espero que o seja também a nível da Liga Europa.
Acho que vai ser =)
Uhn...não sei, acho que o ambiente está desconfortável. Sinto que não temos um tema de conversa. E que sou a única a falar.
Mas está tudo bem comigo. Muito bem.
Fica bem. Hasta
Não tenho necessidade de ter alguém que complete os espaços vazios
Porque ninguém pode substituir o que vagamente um dia pertenceu-me
Nem quero que tentem.
Hoje é um dia triste. Não por causa da data. Apenas porque está a chover
Maio!!! Falta 1 mezinho para as aulas acabarem, finalmente!
Bom, hoje é também o dia da mãe.
Não é um dia que me seja querido ou que me perturbe. Normalmente até me esqueço dele.
Mas apetece-me falar sobre isso.
Vivo com os meus avós, pessoas que fazem tudo por mim, que infelizmente têm uma mentalidade imprópria e que ainda mais infelizmente sofrem por mim.
Amo-os porque são o pouco que me resta, mas odeio-os por nunca me entenderem.
Não falamos, trocamos apenas algumas impressões necessárias. Não sei se posso chamar a isto de relação familiar.
A culpa não é deles. Diria que 90% dela é minha e da minha personalidade furibunda.
Mas os 10% também pesam na minha vida, e digo sinceramente que não são destinados inteiramente aos meus avós.
Não tenho pais, por infortuna da vida, por culpa deles, por culpa do mundo
Não os tenho. Não vou lamentar-me por uma vida que nunca conheci.
Não está em mim fazer isso.
Sinto falta de coisas normais que nunca tive, mas mesmo assim sinto falta.
Sinto-me pequena neste momento. Sinto que os meus 163 centímetros são uma ilusão, um engano
Estou a ouvir Take That
Estou deitada na minha cama. Ainda não fui tomar banho porque estou deprimida com muita coisa e pareceu-me mais sensato divagar do que tratar de mim.
O que demonstra o meu estado insano. E que no fim de contas é quem eu sou.
Não quero que digam que escrevo bem. Porque não o sinto
Não quero que tenham pena de mim. Porque eu não tenho pena
Ei, mãe, daqui é a Paula. Não sei se te lembras, mas há 16 anos e 10 meses estiveste num hospital
Esvaias-te-te em sangue e deste um novo ser ao mundo. Acho que esse sou eu.
Está tudo bem comigo. Tenho notas razoáveis, sim, não te preocupes. Ah pois, desculpa, esqueci-me que não te preocupas.
Tenho comido. Vomitei um dia destes, mas as coisas têm melhorado significantemente
Vi ontem o Harry Potter e as Relíquias da morte parte 1. Sim, adorei. Tenho pena que já acabe este ano. Mas pronto
Não tenho chorado sem motivo, se isso te consola, também não choro por ti
Hoje está a chover. Detesto chuva na Primavera.
Estou doente, mas não deve ser a minha causa de morte. Portanto a boa notícia é que vais poupar uns eurinhos no ramo de flores.
O mau é que vou continuar a existir. Oops, nem tudo pode ser perfeito certo?
Ah, o meu primo, não conheces claro, mas está mesmo grande. Fui eu que o ajudei a crescer e a educar. Não que saibas o que é isso, mas digo-te que o sentimento é mesmo muito bom. Acho que, espera, eu sei o nome...amor sim.
Amo-o completamente. E ele também me ama, isso é o melhor de tudo.
Tenho exames este ano. Provavelmente não vou conseguir estudar, como não o consigo fazer nos últimos meses. O que significa que ou sou espectacular ou estúpida.
Ou ambos
Tenho lido artigos Nazis. São interessantes, embora ninguém o entenda.
O mundo julga mais depressa do que compreende, óbvio.
Ah...acho que estou apaixonada. Ou quase a estar, ainda é muito confuso.
É mais um desilusão para somar à caixinha.
Tenho menos complexos do que tinha há uns meses atrás.
Sim, acho que eles podem voltar a surgir a qualquer momento, mas não vamos falar de coisas tristes por amor de Deus.
Ah, e és o motivo pela qual não acredito em Deus. Ou digo não acreditar
Espero que te sintas melhor por teres um impacto na minha vida. Uau
Não sei porque estou a escrever isto, mas a ironia sabe tão bem que não arranjo um motivo para parar
Hoje não tive pensamentos suicidas. É uma boa notícia
Hoje tive uma pequena desilusão. É uma boa notícia. Não foi grande.
Mas está tudo bem comigo.
Acho que deduzes rapidamente que a minha felicidade é de uma proporção fantástica
Espero que estejas igualmente bem. E que morras num futuro próximo.
Era algo que ajudava.
Sim, quero que morras. Porque arruinaste a minha vida. E tu não tens uma, portanto, não sei, faz como entenderes.
O Porto foi campeão este ano. Espero que o seja também a nível da Liga Europa.
Acho que vai ser =)
Uhn...não sei, acho que o ambiente está desconfortável. Sinto que não temos um tema de conversa. E que sou a única a falar.
Mas está tudo bem comigo. Muito bem.
Fica bem. Hasta
Não tenho necessidade de ter alguém que complete os espaços vazios
Porque ninguém pode substituir o que vagamente um dia pertenceu-me
Nem quero que tentem.
Hoje é um dia triste. Não por causa da data. Apenas porque está a chover
Há um filme chamado "E tudo o que o vento levou"
Nunca vi, mas sempre tive curiosidade de assistir
Nunca li o livro, mas sempre tive necessidade de o fazer
Talvez um dia faça ambas as coisas
Enfim, adoro o título. Adoro mesmo. Sempre que o ouço, escrevo, profiro , imagino um mundo completamente diferente
Não encantado, nem tudo o que faço tem de significar fantasia maravilhosa.
Não, apenas acho que é intocável. Digno apenas de ler ou ver
Nunca viver
Coisas como melhores amigas
O nosso outro pedaço, o que nos irrita completamente, apenas porque conhecemos tão bem que nos identificá-mos com ela
O que sentimos que perdemos mas sempre temos
Maior que família, que nós mesmos
A ligação que nos une é muito mais complexa do que algum dia poderemos entender
Mas está lá
E é isso que nos mantém erguidas, bem no topo da vida de alguém
E este texto, para que fique registado, não é algo que esteja a sentir neste momento
Apeteceu-me escrever sobre algo que sei
Algo meu, algo do mundo
Não é conclusivo
Não é exclusivo
Mas é meu
Nunca vi, mas sempre tive curiosidade de assistir
Nunca li o livro, mas sempre tive necessidade de o fazer
Talvez um dia faça ambas as coisas
Enfim, adoro o título. Adoro mesmo. Sempre que o ouço, escrevo, profiro , imagino um mundo completamente diferente
Não encantado, nem tudo o que faço tem de significar fantasia maravilhosa.
Não, apenas acho que é intocável. Digno apenas de ler ou ver
Nunca viver
Coisas como melhores amigas
O nosso outro pedaço, o que nos irrita completamente, apenas porque conhecemos tão bem que nos identificá-mos com ela
O que sentimos que perdemos mas sempre temos
Maior que família, que nós mesmos
A ligação que nos une é muito mais complexa do que algum dia poderemos entender
Mas está lá
E é isso que nos mantém erguidas, bem no topo da vida de alguém
E este texto, para que fique registado, não é algo que esteja a sentir neste momento
Apeteceu-me escrever sobre algo que sei
Algo meu, algo do mundo
Não é conclusivo
Não é exclusivo
Mas é meu
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