Eu queria tanto ser como as modelos que aparecessem nas campanhas publicitárias. Queria tanto ser bonita como elas, ter o corpo perfeito e poder vestir qualquer roupa.
Mas ao invés, nasci assim.
Não visto o 32, não posso vestir qualquer roupa. E definitivamente, não sou bonita.
Mas, por vezes, durante 3:27 minutos, eu esqueço as inseguranças e realmente escuto o que a canção diz. E rezo para que esse seja o meu caso. Mas não é (choque).
Devia estar a estudar, mas nunca o faço, portanto, hoje vou cumprir o padrão.
Gostava de me importar. Sim, gostava de realmente querer saber. Mas não quero. É estranho, sempre que pego em um livro para o abrir, tenho de pensar duas vezes se devo mesmo fazê-lo.
Acho que realmente não pertenço aqui.
O problema é que tenho medo de não pertencer a lugar algum.
E pior do que não pertencer a nenhum lugar, é não o querer. Eu não sou a típica rapariga de 17 anos que namora, que tem um interesse real, que realmente se importa com a roupa que veste.
Não sou a rapariga que usa saltos, que consegue andar de cabeça levantada e olhar os olhos de outra pessoa.
Eu...sou o tipo que nunca larga o mp4. Eu literalmente entro em pânico sem música.
Nunca, mas nunca mesmo, me esqueço dele. Como poderia esquecer uma parte de mim?
Sou o tipo que prefere a companhia da música à de pessoas, que não tem interesse em se apaixonar e que prefere ser a esquisita do que a vulgar.
E não tentem entender quem eu sou. É desinteressante e tempo perdido.
Se procuram respostas, nunca as vão encontrar.
Mas ao invés, nasci assim.
Não visto o 32, não posso vestir qualquer roupa. E definitivamente, não sou bonita.
Mas, por vezes, durante 3:27 minutos, eu esqueço as inseguranças e realmente escuto o que a canção diz. E rezo para que esse seja o meu caso. Mas não é (choque).
Devia estar a estudar, mas nunca o faço, portanto, hoje vou cumprir o padrão.
Gostava de me importar. Sim, gostava de realmente querer saber. Mas não quero. É estranho, sempre que pego em um livro para o abrir, tenho de pensar duas vezes se devo mesmo fazê-lo.
Acho que realmente não pertenço aqui.
O problema é que tenho medo de não pertencer a lugar algum.
E pior do que não pertencer a nenhum lugar, é não o querer. Eu não sou a típica rapariga de 17 anos que namora, que tem um interesse real, que realmente se importa com a roupa que veste.
Não sou a rapariga que usa saltos, que consegue andar de cabeça levantada e olhar os olhos de outra pessoa.
Eu...sou o tipo que nunca larga o mp4. Eu literalmente entro em pânico sem música.
Nunca, mas nunca mesmo, me esqueço dele. Como poderia esquecer uma parte de mim?
Sou o tipo que prefere a companhia da música à de pessoas, que não tem interesse em se apaixonar e que prefere ser a esquisita do que a vulgar.
E não tentem entender quem eu sou. É desinteressante e tempo perdido.
Se procuram respostas, nunca as vão encontrar.